Aposta de US$ 145 bilhões da META na superinteligência

META gasta como se sua vida dependesse disso

Pelos editores do IPO Edge

mês passado Metaplataformas (META) Publicou o crescimento de receita mais rápido desde 2021.

A ação ainda caiu.

A receita aumentou 33% e totalizou 56,3 bilhões de dólares. A margem operacional foi mantida em 41%. O lucro líquido aumentou 61%.

A administração disse então aos investidores que o patrimônio em 2026 ficaria entre US$ 125 bilhões e US$ 145 bilhões, abaixo da faixa anterior de US$ 115 bilhões a US$ 135 bilhões.

As ações caíram cerca de 7% após o expediente.

De acordo com nossos dados TrackStar, o volume de pesquisas para profissionais financeiros aumentou após a impressão, com o Meta recebendo quase 50% mais resultados de pesquisa do que Alfabeto (GOOG).

A questão não é se o negócio da publicidade é saudável. Claramente é.

A questão é se os gastos de Mark Zuckerberg com IA serão recompensados ​​antes que os investidores percam a paciência.

metanegócio

A Meta possui quatro dos aplicativos mais usados ​​do planeta: Facebook, Instagram, WhatsApp e Messenger. Cerca de 3,56 bilhões de pessoas abrem pelo menos um deles todos os dias.

A empresa está transformando essa atenção em verbas publicitárias. A receita de publicidade foi de US$ 55 bilhões no primeiro trimestre, com impressões aumentando 19% e o custo por anúncio aumentando 12% ano após ano.

A Meta divide seus negócios nas seguintes áreas:

  • Família de aplicativos (99,3% da receita) – Publicidade no Facebook, Instagram, Messenger, WhatsApp e Threads, além de mensagens e assinaturas pagas do WhatsApp

  • Reality Labs (0,7% da receita) – Hardware VR/AR, incluindo fones de ouvido Quest, óculos Ray-Ban Meta e Oakley AI, software e conteúdo

A atração principal deste trimestre foi o Muse Spark, o primeiro modelo do Meta Superintelligence Labs.

Zuckerberg chamou isso de início de sua busca para levar “superinteligência pessoal a bilhões de pessoas”.

A Meta também aumentou sua faixa de investimentos em 2026 de US$ 125 bilhões para US$ 145 bilhões. Isso é quase o dobro dos US$ 72,2 bilhões gastos em 2025.

A administração citou preços mais altos de memória e capacidade adicional de data center para os próximos anos.

Para compensar parte dos custos, a Meta anunciou que demitirá cerca de 8.000 funcionários em maio e reduzirá outras 6.000 vagas abertas.

A empresa também lançará mais de 1 GW de silício personalizado, desenvolvido com a Broadcom, junto com chips AMD para reduzir a dependência da Nvidia.

Financeiro

Fonte: Análise de Estoque

A pista superior do meta está pegando fogo. A receita cresceu 26,2% nos últimos doze meses e 22,0% em 2025.

A margem bruta é de 81,9%, a margem operacional é de 41,2%. Ambos estão perto dos máximos de cinco anos.

O caixa das operações atingiu US$ 32,2 bilhões somente no primeiro trimestre, acima dos US$ 24,0 bilhões do ano anterior.

Mas o patrimônio líquido saltou para US$ 19,8 bilhões no trimestre.

O fluxo de caixa livre foi de US$ 12,4 bilhões, um aumento apenas modesto em relação aos US$ 10,3 bilhões do período anterior.

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