Após o título um excel “Lista negra de meninas” No TikTok, um grupo de usuários deu um passo além e criou um portal web “RNI: Registro Nacional de Infiéis”Coletando informações sobre supostos infiéis em todo o país.
O lançamento desta plataforma intensificou o debate público sobre a gestão de dados pessoais e a exposição à cultura digital.
Como funciona esta página expondo supostas infidelidades?
O portal inclui planilhas com os seguintes dados:
- Foto
- Nome e sobrenome
- Departamento e Distrito
- idade
- Redes sociais (como Instagram)
- Estado de carga
- Ações disponíveis (aprovar ou negar)
Além disso, possui guias de navegação:
- Recentemente
- Popular
- ancestral
- Tudo
Cada registro inclui um Uma história de traição -geralmente enviado anonimamente- e autorizado a qualificar a alegação fornecendo comentários e “evidências adicionais”.
Os usuários podem Leia a história completa da suposta infidelidade, aceitar alegação, Rejeite Até anexe comentários e documentos Testes adicionais.
Um recurso que causou mais polêmica:
- Você pode adicionar “nova infidelidade”.Permite que qualquer pessoa carregue dados de terceiros sem verificação prévia.
Uma alegação pode ser negada no Registro Nacional de Infiéis?
Sim. Ao contrário do documento inicial, o RNI contém uma opção Rejeitar Reclamações e respostas com evidências se as informações forem falsas ou maliciosas.
No entanto, especialistas em direitos digitais alertam que este sistema não garante a validade da informação ou proteção contra difamação ou falsificação de identidade.
É crime divulgar informações pessoais sem consentimento?
A divulgação de dados pessoais sem consentimento viola direitos fundamentais como a privacidade e a proteção da identidade. Publicar ou compartilhar informações pessoais como nomes, fotografias, endereços ou alegações em redes sociais é crime.Especialmente se as pessoas enfrentarem assédio ou perigo físico.
Advogado Galão GalãoUm especialista em direito penal explicou ao Diario El Popular que este tipo de publicação seria uma violação Artigos 154, 154-A e 154-B do Código Penal Peruanoonde “Além de promover comportamentos de cyberbullying, violência simbólica e difamação, as penas podem ir até cinco anos de privação de liberdade”.
Da mesma forma, Galeno adverte, No contexto da alta criminalidade e do crime organizadoEste tipo de informação é divulgada publicamente “útil para encorajar ou facilitar crimes predatórios”aumentando o risco para as pessoas envolvidas.
A utilização responsável da Internet e o respeito pela dignidade humana devem ser uma prioridade em qualquer ambiente digital.
Porque é que a abordagem de género é necessária nesta questão?
Mesmo que o conteúdo tenha como foco os homens, é importante evitá-lo, apontam especialistas Estereótipos que responsabilizam apenas os homens Infidelidades ou promoção do ódio a um determinado género.
É importante reconhecer que a infidelidade é um fenómeno complexo e abordá-lo com respeito, sem revelar a integridade das pessoas envolvidas.








