A psicologia da aventura amorosa: A psicologia diz que as pessoas que amam a aventura e estão sempre prontas para vivenciar emoções não pensam: O que esse comportamento realmente significa?

A psicologia diz que as pessoas adoram aventuras e estão sempre prontas para sentir emoção Apenas não corra riscos desnecessários. Muitas pessoas gostam de escalada, paraquedismo, rafting, mergulho, caminhadas, corridas ou experimentar novas experiências porque essas atividades oferecem emoção e desafio. A psicologia explica que esses comportamentos estão frequentemente relacionados à busca de sensações, interesse, motivação e personalidade. Os cientistas estão investigando por que algumas pessoas procuram ativamente experiências emocionantes enquanto outras as evitam. Suas descobertas sugerem que a busca por emoções fortes pode fazer parte das diferenças normais de personalidade e nem sempre significa que alguém está agindo de forma imprudente ou ignorando o perigo.

Olhando além do estereótipo

Muitas pessoas pensam que quem gosta de esportes radicais ou histórias de terror é imprudente. A psicologia não apóia totalmente essa crença. Os pesquisadores descobriram que muitos entusiastas da aventura se preparam cuidadosamente antes de participar de tais atividades. Freqüentemente, aprendem regras de segurança, usam equipamentos adequados e entendem os riscos envolvidos.

Para muitas pessoas, a excitação vem da superação de desafios, e não do enfrentamento do medo. Eles testam seus limites de maneira segura e controlada. Isso explica por que alpinistas, mergulhadores, pilotos ou caminhantes experientes passam muitas horas praticando antes de tentar tarefas desafiadoras.

De acordo com psicólogos, a busca por emoções existe em um espectro. Algumas pessoas naturalmente gostam mais de situações interessantes do que outras. Essa diferença faz parte da personalidade humana normal.

Segundo a psicologia, quem gosta de aventura e está pronto para vivenciar emoções nem sempre é despreocupado.

A psicologia explica esse comportamento através da ideia de busca de sensações. Esse traço de personalidade foi cunhado pelo psicólogo Marvin Zuckerman. De acordo com sua teoria, algumas pessoas buscam naturalmente experiências novas, excitantes e mentalmente estimulantes.


Essas pessoas adoram explorar novos lugares, conhecer novas pessoas, aprender novas habilidades e embarcar em aventuras. O seu objectivo não é necessariamente correr riscos perigosos. Em vez disso, procuram experiências que proporcionem entusiasmo e desafio.

A pesquisa mostra que pessoas com altos níveis de busca de sensações geralmente preferem atividades que aumentem a atividade mental e proporcionem experiências emocionais fortes. No entanto, a busca de sensações não leva automaticamente a um comportamento de risco. Muitos buscadores de grandes sensações também tomam decisões cuidadosas antes de tentar.

O que a psicologia diz?

Os psicólogos acreditam que a personalidade se desenvolve por meio de influências biológicas e ambientais. A química do cérebro também desempenha um papel. Os pesquisadores descobriram que algumas pessoas respondem de maneira diferente a experiências gratificantes. Novas situações podem criar fortes sentimentos de excitação para eles. Por conta disso, continuam em busca de novas experiências.

A psicologia também mostra que atividades de aventura aumentam a confiança. A conclusão bem-sucedida de tarefas desafiadoras ajuda as pessoas a acreditar que podem superar desafios futuros. Muitas pessoas também se sentem satisfeitas após concluir as tarefas exigidas. Esse sentimento os incentiva a continuar explorando novas experiências.

O que isto significa?

Este comportamento não significa que alguém queira ameaçar os seus próprios interesses.

Em vez disso, muitos caçadores de emoções gostam de:

  • Aprendendo novas habilidades
  • Verifique as restrições pessoais
  • Resolvendo situações difíceis
  • Explorando ambientes desconhecidos
  • Construir confiança
  • excitação
  • Violação da rotina diária
  • Alcançar objetivos pessoais

Para eles, a recompensa muitas vezes vem de completar a experiência, em vez de correr o risco. Segundo psicólogos, essas motivações são diferentes de agir impulsivamente sem pensar nas consequências.

Por que isso é feito?

Existem vários motivos pelos quais as pessoas buscam aventura. Algumas pessoas gostam da excitação da incerteza. Outros gostam de dominar tarefas físicas ou mentais difíceis. Muitas pessoas participam porque as aventuras ajudam a reduzir o tédio e proporcionam experiências memoráveis.

Os esportes radicais também incentivam o trabalho em equipe, o planejamento e a tomada de decisões. Algumas pessoas gostam de ir além dos limites do passado. Concluir esses desafios lhes dá uma sensação de realização que aumenta sua autoconfiança. Outros simplesmente gostam de explorar a natureza ou experimentar algo diferente da vida cotidiana.

Qual teoria psicológica explica esse comportamento?

A explicação mais conhecida vem da Teoria da Busca de Sensações de Marvin Zuckerman. De acordo com esta teoria, a busca de sensações é um traço de personalidade que envolve a busca de experiências diferentes, novas, desafiadoras e interessantes.

Os humanos diferem naturalmente na quantidade de estimulação. Os caçadores de emoção muitas vezes optam por atividades como alpinismo, paraquedismo, surf, corrida, trekking, mergulho ou viagens internacionais.

Os que buscam poucas sensações podem preferir hobbies tranquilos, rotinas familiares e ambientes previsíveis. Nenhum estilo de personalidade é considerado melhor que outro. A psicologia reconhece ambos como diferenças de personalidade.

Isso é o que a psicologia diz

Um dos pesquisadores mais proeminentes neste campo é Marvin Zuckerman, que desenvolveu o conceito de busca de sensações após anos estudando diferenças de personalidade. Sua pesquisa introduziu a Escala de Busca de Sensações (SSS), que mede a intensidade com que as pessoas buscam experiências novas e emocionantes.

Estudos que utilizam esta escala demonstraram que as pessoas com pontuações elevadas na procura de sensações escolhem passatempos aventureiros, viajam frequentemente, gostam de explorar ambientes desconhecidos e participam em atividades que envolvem um nível controlado de risco.

Os pesquisadores também descobriram que a busca por sensações varia de pessoa para pessoa e é influenciada tanto pela biologia quanto pelas experiências de vida. A pesquisa sugere que a busca por emoções fortes não deve ser automaticamente considerada um comportamento imprudente. Em vez disso, refere-se a um traço de personalidade que influencia a forma como as pessoas escolhem experiências e desafios.

O que os pesquisadores descobriram sobre os caçadores de emoções?

Um estudo publicado na Frontiers in Psychology pelo pesquisador Ralph Buckley sugere que pessoas que gostam de aventuras perigosas podem desenvolver um tipo de vício comportamental semelhante ao vício em exercícios. A pesquisa mostra que muitos aventureiros experientes estão profundamente absortos na emoção da experiência e investem mais tempo, dinheiro e esforço em atividades cada vez mais desafiadoras. No entanto, isso não significa que sejam descuidados. Em vez disso, eles aprimoram cuidadosamente suas habilidades e buscam experiências poderosas.

Para chegar a essas descobertas, Buckley analisou mais de 30 mil horas de observações etnográficas envolvendo participantes em atividades como surf, kitesurf, asa delta, rafting, rafting, windsurf e heli-snowboard. Ele também conduziu entrevistas únicas e repetidas com 160 participantes de aventura intermediários e especialistas. Seu comportamento foi comparado aos critérios psicológicos estabelecidos para vícios comportamentais desenvolvidos por pesquisadores como Isaac Marks, Richard I. Brown e Lichtenstein e colegas.

A pesquisa mostrou que entusiastas de aventura experientes apresentam muitos dos sintomas associados a vícios comportamentais. Eles sempre planejaram sua próxima aventura, priorizaram essas atividades em detrimento de outros compromissos, experimentaram fortes recompensas emocionais após participarem, procuraram desafios mais desafiadores à medida que suas habilidades melhoraram e muitas vezes ficaram frustrados ou deprimidos quando foram impedidos de participar. Com base nestas descobertas, a investigação concluiu que o desejo de aventura reflecte frequentemente um forte impulso psicológico de excitação e realização, em vez de simples descuido ou assunção impulsiva de riscos.

O princípio por trás disso

Um princípio psicológico central é que as pessoas diferem nos seus níveis preferidos de estimulação. Algumas pessoas se sentem confortáveis ​​com a rotina e a previsibilidade. Outros requerem mais estímulo mental e emocional para estarem interessados ​​e engajados.

A aventura atende a essa necessidade com novidades, desafios, oportunidades de aprendizagem e recompensas emocionais. Os psicólogos acreditam que as diferenças de personalidade ajudam a explicar por que as pessoas escolhem estilos de vida diferentes, mesmo quando vivem em ambientes semelhantes. Essas diferenças se desenvolvem ao longo da vida e afetam hobbies, carreiras, preferências de viagem e atividades recreativas.

O que aprender com isso?

Compreender esse comportamento incentiva as pessoas a evitar tomar decisões precipitadas. Uma pessoa aventureira não é automaticamente despreocupada. Da mesma forma, uma pessoa que prefere atividades tranquilas é menos capaz ou menos confiante.

A psicologia nos lembra que as diferenças de personalidade moldam a forma como as pessoas percebem o mundo. Respeitar estas diferenças pode ajudar a melhorar a compreensão entre amigos, famílias, locais de trabalho e comunidades. Também incentiva os indivíduos a escolherem atividades que atendam aos seus interesses, mantendo ao mesmo tempo as precauções de segurança.

Lições de vida a partir do comportamento

A pesquisa de ondas ensina várias lições úteis.

  • O crescimento geralmente vem de sair de situações familiares.
  • Aprender novas habilidades exige esforço e prática.
  • A confiança vem através da experiência.
  • O planeamento e a preparação continuam a ser essenciais antes de enfrentar desafios.
  • Compreender os pontos fortes e as limitações pessoais pode ajudar as pessoas a fazer escolhas informadas.

Finalmente, a psicologia nos lembra que as pessoas vivenciam a motivação de maneira diferente. Alguns encontram felicidade explorando o desconhecido, enquanto outros encontram contentamento na estabilidade e na rotina. Ambos os métodos são normais e refletem a variação natural da personalidade.

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