De acordo com a Lei de Conservação de Energia, os projetos de regulamentos do CAFE divulgados pelo ministério na segunda-feira oferecem uma estrutura formal para contabilidade de crédito e débito, livros contábeis, mecanismos de agregação e avaliações de conformidade. Os padrões CAFE, em vigor desde o ano fiscal de 2023, exigem que as montadoras atendam aos padrões médios de economia de combustível da frota definidos para reduzir o consumo de combustível e as emissões de dióxido de carbono. O Ministério apresentou comentários públicos no prazo de 14 dias após a publicação do projecto de declaração.
Pela proposta, os fabricantes com consumo médio de combustível da frota acima da meta receberiam créditos de cumprimento, enquanto aqueles que não cumprissem a meta acumulariam débitos. Os créditos podem ser transportados, transferidos para outros produtores através de acordos voluntários de agrupamento ou utilizados para satisfazer necessidades futuras.
O projeto também permitirá que os fabricantes cubram saldos devedores comprando créditos da BEE a uma taxa de ₹ 2.500 por grama de dióxido de carbono por quilômetro para cada período de relatório do AF23 ao AF27. O ministério disse que a opção de compra proporcionaria uma rota de conformidade de custo mais baixo do que a penalidade legal prevista na Lei de Conservação de Energia. Os fabricantes devem registrar os créditos recebidos, aplicados, transferidos e datas de vencimento vencidas no livro de crédito e débito exigido.
De acordo com a carta explicativa, as alterações visam permitir disposições de conformidade no âmbito do CAFE, incluindo mecanismos de agregação, que ainda não foram detalhados.
De acordo com o ministério, as alterações propostas irão melhorar a clareza regulamentar, estabelecer um mecanismo de conformidade mais transparente e fornecer incentivos aos fabricantes que excedam os padrões estabelecidos de economia de combustível, mantendo ao mesmo tempo os objectivos gerais do programa CAFE.





