Donald Trump mantém os líderes do G7 à espera e depois declara “Eu sou o chefe”; As mídias sociais sobem: ‘As mais poderosas…’

O presidente dos EUA, Donald Trump, supostamente desencadeou um debate online depois de chegar atrasado à cimeira do G7 e declarar, em tom de brincadeira: “Eu sou o chefe” durante uma discussão sobre o acordo proposto com o Irão.

O presidente dos EUA, Donald Trump, reage durante um almoço de trabalho com membros do G7, países parceiros e líderes empresariais de inteligência artificial em 17 de junho de 2026, no Palais des Congrès, no leste da França. (AFP)

O comentário provocou risos de outros líderes enquanto se reuniam para o último dia de conversações na cimeira do Grupo dos Sete.

O que aconteceu na reunião do G7?

O incidente ocorreu quando os líderes dos Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão e Grã-Bretanha se reuniram para discutir questões globais, incluindo uma proposta de acordo destinada a conter as ambições nucleares do Irão e a reabrir o Estreito de Ormuz.

Depois que outros líderes se reuniram, Trump chegou e brincou: “Eu sou o chefe”, provocando risadas na plateia. Os líderes da Índia, Coreia do Sul, Quénia e Brasil também participaram na reunião.

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Reação nas redes sociais

A troca relatada provocou uma reação negativa online, com apoiadores e críticos oferecendo opiniões divergentes sobre o comentário de Trump. Um apoiador escreveu: “O homem mais poderoso do planeta e os Libtards e a grande mídia o odeiam”.

Outro usuário comentou: “Todos eles esperam por isso.. Eu adorei..”

Alguns usuários argumentaram que a posição de Trump justificava a atenção em torno de sua chegada. “Bem, ele é o chefe”, escreveu um comentarista.

Outros ficaram menos impressionados. “Ele não é um maldito chefe, estou feliz que tenha sido engraçado.”

Um observador separado acrescentou: “A única pessoa naquela sala que pensa que Donald Trump está fazendo um bom trabalho é Donald Trump”.

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Os líderes do G7 apoiaram o acordo com o Irão

A troca ocorreu no momento em que os líderes do G7 expressaram apoio a uma tentativa de acordo entre Washington e Teerã.

Numa declaração relatada pelo The Mirror US, os líderes chamaram o acordo de “uma oportunidade histórica para evitar que o Irão adquira quaisquer armas nucleares e para enfrentar ameaças relacionadas com as suas actividades regionais e balísticas”.

A declaração acrescenta que os países membros “estão prontos a contribuir para a sua implementação”, embora nem a Casa Branca nem as autoridades iranianas tenham divulgado publicamente o texto do acordo.

Mais tarde, Trump defendeu o acordo proposto, dizendo: “Aqui está o que diz: o Irão nunca terá uma arma nuclear. Não terá uma para comprar e desenvolver – não terá uma arma nuclear. E eu diria que isso é cerca de 99,9 por cento do que quero.”

Um dos principais focos do acordo é a reabertura do Estreito de Ormuz, uma rota marítima crítica através da qual passou quase um quinto do petróleo e do gás natural comercializados no mundo antes do início do conflito.

Além do acordo com o Irão, os líderes do G7 discutiram preocupações sobre a inteligência artificial, o crescimento económico e a concorrência comercial global.

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