O que a brasileira disse?
Imagens Getty
O anúncio dos prêmios FIFA 2025 deixou mais do que apenas torcedores de futebol em debate. Num protesto emocional e pessoal, Natalia Rodriguez, esposa do extremo brasileiro Rafinha, do Barcelona, recorreu às redes sociais para expressar o que considera uma injustiça flagrante.
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Sua decepção veio de um duplo desprezo: seu marido não apenas foi ignorado em qualquer honraria individual, mas ela também foi deixada de fora da prestigiada Seleção do Ano da FIFA. A dor foi alimentada pelo sucesso de uma figura familiar: Ousmane Dembélé, do PSG, que conquistou o título de Jogador de Futebol do Ano e um lugar no XI mundial.
Em sua conta no Instagram, Rodriguez não se conteve, compartilhando uma série de Stories contundentes que desafiavam diretamente a legitimidade dos resultados. Seu comentário bruto ultrapassa as formalidades usuais:
“Eles não estão mais tentando se esconder!” ele declarou, sugerindo falta de justiça no processo.
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Apontando para as estatísticas frias e duras, escreveu: “62 pontos no sistema de golos + assistências… mas não merece um lugar na equipa do ano”, destacando uma contradição visível entre as suas contribuições em campo e a decisão final.
Sua frase final foi proferida em uma palavra única e poderosa: “INHUSTICE!”
Através das suas publicações, Rodriguez descreveu o resultado como fundamentalmente injusto, argumentando que o impacto estatístico significativo de Rafinha para a temporada foi grosseiramente subvalorizado pelo órgão dirigente do futebol.


