Rodadas de 16 o mundo Ontem começaram com a classificação histórica do Canadá, mas o primeiro turno desta segunda deu aos Citizens o primeiro grande confronto da nova instância. Brasil sim JapãoOrganizados e com espírito de ataque, prometeram uma batalha acirrada, mas com gols, devido ao desempenho nos respectivos grupos, terminando invictos e marcando gols em cada partida. O que era esperado aconteceu: Canarinha o virou Ele venceu por 2 a 1 com as contribuições de Casemiro sim Gabriel Martinelli (Kaishu Sano abriu o placar para o samurai) e agora aguarda o vencedor Costa do Marfim x Noruega nas oitavas de final.
E embora tenham começado a se cuidar com aquela ordem citada no início, sem criar chances, o placar abriu para os japoneses aos 29 minutos. Entrega ruim Danilo No caminho para o meio do campo ele desencadeou o contra-ataque asiático com a velocidade do meio-campista sãoporque passou com facilidade pela porta da área: Casemiro, já avisado, aproximou-o, mas quis evitar qualquer contato que obrigasse a um segundo cartão.
Diante de tanta liberdade, Sano acertou a trave e chutou para o primeiro gol do Japão. A defesa do Brasil não diminuiu o ritmo para impedir sua corrida solitária e mal viu toda a sequência, pagando caro. Durante o intervalo Alisson Becker Não bastou: 1 a 0 para o Japão.
No segundo tempo houve uma ligeira mudança de atitude. Primeiro, por causa da entrada do atacante Endrick em vez de Lucas Paquetáele deixou o campo com evidente desconforto muscular. E o Japão, por sua vez, recuou de forma mais significativa do que no primeiro semestre. Isso deu ao Brasil muitas entradas perigosas em pouco tempo com a mesma fórmula: centro e cabeceio.
Foi o primeiro Bruno Guimarães que entrou limpo na área e acertou cruzamento pela direita. Um míssil com cabeça, mas um arqueiro Zion Suzukiplantou bem, levantou as mãos e negou o que parecia ser um gol. Imediatamente, depois de oito minutos, incomum e incompreensível. Uma nova remessa, neste caso Ryansuperou e desconcertou o nº 1, que viu como Douglas Santos Ele devolveu a bola a seis metros e encontrou a pipoca de Casemiro. Foi o gol, de uma forma ou de outra, mas em jogo O zagueiro Takehiro Tomiyasu bateu no rosto dele e os tapas desesperados de Suzuki acabaram limpando-o.
Porém, o meio-campista central logo teria sua vingança. Porque já era o cerco da Canarinha, que o aproximou da sua residência. Gabriel Magalães Na parte inferior da área mais próxima da porta ele lançou um novo centro e desta vez Casemiro Desferiria um golpe frontal fatal contra uma nova postura estática dos arqueiros japoneses. Estava 1 a 1 logo aos dez minutos do segundo tempo.
Foi tudo sobre o Brasil no segundo tempo. Ótima manobra individual Vinícius Júniorapós aquela grande cabeçada, ele teve a oportunidade de definir o cruzamento, mas o tapa de Suzuki desviou a bola na trave e o Japão foi salvo novamente, desta vez da derrota. Porém, mencionar esta opção é importante pelo que aconteceu no add-on.
Aos quatro minutos de descontos, dos seis somados pelo italiano Maurizio Mariani, Rayan pegou uma bola perdida na defesa do Japão, desferiu para o Guimarães da área e o meio-campista, com muito trabalho, acomodou-se com o pé esquerdo para colocar o passe de filtro a poucos metros de distância: o jogador estava lá esperando. Gabriel Martinelliele abriu o pé direito e chutou a bola no poste mais distante. O arqueiro pareceu ter a mesma reação, mas desta vez Seu chute desviou na parte interna do mesmo stick, o que o colocou no gol.
Angustiante 2 a 1, mas merecido para o Brasil por dominar toda a seleção. Até para o Samurai Azul, que mudou um pouco de posição, do mando para o empatado, e mais uma vez voltou à terra natal no primeiro momento da eliminação que enfrenta na prova da Copa do Mundo.




