o presidente de Unidade de Informação Financeira (UIF), Paulo Starkconheceu EUA: para compartilhar informações sobre causas AFA: com o órgão equivalente naquele país, a Rede de Repressão a Crimes Financeiros, conhecida como Finsen (Rede de Repressão ao Crime Financeiro).
Como explicaram as fontes oficiais A NAÇÃOfoi a intenção do responsável pelo departamento responsável pela prevenção do branqueamento de capitais conheça o caso AFA e faça referência cruzada com Finsen, para terem conhecimento das informações que recolheram sobre atividades suspeitas no estrangeiro neste caso específico.
A questão é que a alegada má gestão de fundos relacionados com a associação de futebol está a ser investigada não só na Argentina, por vários motivos que tocam a autoridade máxima da organização, mas também nos Estados Unidos.
A justiça americana interveio após os movimentos TourProdEnter LLCuma empresa desconhecida que se tornou agente comercial da AFA e transferiu US$ 42 milhões para quatro empresas sem funcionários ou atividades comerciais, como se viu. A NAÇÃO.
Enquanto isso, o tesoureiro da FFA na Argentina. Pablo Toviginosuspeito de ser o obscuro dono de uma mansão em Pilar que a Justiça acredita ter obtido através de testas de ferro. Existem outros estudos que seguem Ariel Valejoproprietário de uma empresa financeira Finanças do Sul e no presidente da FFA, Cláudio “Chickey” Tapiapara lidar com dólares azuis e lavagem de dinheiro.
Desde que assumiu o cargo em abril de 2025, é isso pela primeira vez que Stark está indo para o exterior nessa jornada. A UIF é um órgão autónomo e autossuficiente que funciona sob a jurisdição do Ministério da Justiça.
Conforme reconstruído A NAÇÃO Mediadores da AFA entraram em ação durante as diversas investigações 2021embora algumas indicações sejam de que certos agentes vão e voltam com a entidade que lideram Cláudio “Chickey” Tapia retorna em 2018
Mediadores usados Estados Unidos e Espanha como bases operacionaise pelo menos nove bancos Eles estavam envolvidos na circulação de fundos. Além disso, pelo menos parte do dinheiro passou dois paraísos fiscais: as Ilhas Virgens Britânicas (BVI) e a ilha de Guernsey.
Em quase todos os casos, os honorários destes intermediários representavam 30% do que arrecadavam para a FFA, conforme consta dos contratos que assinaram com a organização e das quais obteve cópias. A NAÇÃOembora o serviço que prestaram durante estes anos tenha sido mínimo ou mesmo inexistente.
Essa semana a primeira consequência financeira sobre um escândalo que choca AFA: um principais patrocinadores do assunto decidiu parar de enviar novas transferências de dinheiro para a FFA para o seu “mediadores». Solicitou uma transferência direta à associação e respondeu por mais de US$ 9 milhões que já havia fornecido, conforme comprovam os documentos enviados à Argentina, dos quais obteve cópia. A NAÇÃO.
“Dada a gravidade dos acontecimentos que agora são divulgados publicamente, decidimos que não podemos mais continuar a enviar fundos para a Tourprodenter LLC ou qualquer outro intermediário.“, observou Socios.com:uma empresa que patrocina a AFA desde 2021 e trabalha com mais de 80 organizações esportivas profissionais em todo o mundo. “Todos os pagamentos subsequentes serão feitos apenas para garantir a transferência direta de fundos para a AFA como titular legal dos direitos sem intermediários”, insistiu.
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