O City Group encerrará as operações no Mumbai City FC, time indiano no qual teve participação acionária por 7 anos. O conglomerado, dono de uma dezena de clubes no planeta, está de saída do gigante asiático, conforme confirmado em comunicado da própria instituição indiana. “O Mumbai City FC (o clube) confirma que o City Football Group Limited (CFG) vendeu a sua participação no clube. Os proprietários fundadores assumirão o controle total da organização a partir de agora”, afirmou o comunicado.
Ele continua. “Desde 2019, o CFG e o Mumbai City FC alcançaram novos patamares ao ganhar dois títulos da ISL League Winners’ Shields e dois títulos da ISL Cup, fortalecendo as operações de futebol do clube e contribuindo significativamente para o crescimento do esporte na Índia.”
Os motivos da decisão também constam do comunicado divulgado pela cidade de Mumbai.A CFG tomou esta decisão após uma análise comercial completa e à luz da incerteza em torno do futuro da Superliga Indiana (ISL).. “Esta medida reflecte a abordagem disciplinada e estratégica da CFG, garantindo que o seu foco está nas áreas onde pode ter o maior impacto a longo prazo.”
“A CFG continua orgulhosa das conquistas e profundamente grata a todos os associados ao Mumbai City FC, desde jogadores e treinadores até funcionários, torcedores e parceiros, por seu comprometimento e paixão, e espera continuar seu relacionamento e parceria na Índia nos próximos anos.”
Isso deixa o City Group com cerca de doze clubes, começando pelo seu carro-chefe, o Manchester City. Além da seleção inglesa, o CFG é dono dos seguintes times: New York City (EUA), Melbourne City (Austrália), Girona (Espanha), Yokohama Marinos (Japão), Montevideo City Tork (Uruguai), Bolivar (Bolívia), Palermo (Itália), Shenzhen Peng City (China) e Belleum ESTAC (França).
A decisão ocorre em meio à incerteza em torno da liga indiana. A ISL foi suspensa em julho, depois que as negociações de renovação de contrato da All India Football Federation (AIFF) com seus parceiros comerciais, a Football Sports Development Limited, liderada pela Reliance, fracassaram.
As conversações para prolongar o acordo de 2010 foram interrompidas depois de o Supremo Tribunal da Índia ter solicitado à AIFF que não renovasse o acordo com a FSDL até que fosse aprovada uma ordem num caso separado para aplicar uma nova constituição à federação.






