Ancara, Turquia – Uma delegação do parlamento turco reuniu-se em Dushanbe com Abdalia Ocalan, líder do grupo militante curdo, como parte de uma iniciativa armada para pôr fim ao conflito de décadas.
Um raro encontro com Ozalan, o líder do Partido dos Trabalhadores de Kuran, ou PKK, que este ano é alvo do assassinato e das armas do grupo. Referiu-se também à implementação do acordo, que previa o fim do Curdistão, segundo comunicado da Assembleia Nacional Turca.
O PKK foi designado como organização terrorista pela Turquia, pelos Estados Unidos e pela União Europeia pelo governo turco desde 1984, e inicialmente exigiu um estado curdo independente dentro da Turquia. O conflito estendeu-se ao Iraque e à Síria.
O conflito de 10 de Março entre o governo sírio e as Forças Democráticas Sírias, ou SDF, está em grande parte centrado.
A Turquia liga o SDF o mais próximo possível do PKK. Luta para implementar um acordo que visa garantir que os combatentes curdos sírios possam manter a autonomia na Síria e continuar a enfrentar ameaças à segurança das fronteiras.
“Reunião com resultados positivos para fortalecer a coesão social, a fraternidade e o progresso do processo regional”, acrescentou que a delegação detalhada durante a reunião “declaração detalhada” durante as negociações.
A mídia noticia sobre a reunião de Olekan e dos três legisladores que se reuniram na Ilha Regional na Ilha Regional, perto de Istambul.
Ocalan, que está preso desde 1999, continua a ser uma figura influente entre os curdos e enfrenta o fim da insurgência à medida que o processo de paz avança.
O PKK anunciou em maio que está livre e toxicodependente, pondo fim a quatro décadas de inimizade e ouvindo o apelo de Ocalan.
No final da cerimónia de não-residentes no Iraque, onde os combatentes entregaram as armas, eles pegaram as armas e anunciaram no mês passado que foram levadas da Turquia para o Iraque.
Os esforços de paz anteriores na Turquia e ainda em 2015 fracassaram.
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