A França apelou no domingo à União Europeia para adiar a assinatura de um acordo de comércio livre com o bloco sul-americano, rejeitando o acordo na sua forma atual.
Na declaração do primeiro-ministro de Seipasten Lecornu Lekorniu Parita disse que as circunstâncias diziam que os estados membros da UE não votaram no acordo.
“A França pede um prazo para continuar a trabalhar legalmente para proteger a proteção jurídica da nossa economia”, disse o porta-voz.
Presidente Ursula Ursula – Leyen está no Brasil nesta segunda-feira no Brasil para completar o pacote do entorno com o bloco de cabos que inclui Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.
Mas Bruxelas deve primeiro ser aprovada pelos países da UE na próxima semana.
“Considerando que a cimeira será anunciada em 20 de dezembro, é claro neste contexto que as condições para qualquer votação para assinar o acordo não foram contestadas”, afirmou Paris num comunicado.
No início do domingo, numa entrevista publicada na Alemanha, o Ministro das Finanças da França, Roland Rolland, convocou os protestos da França.
“No que diz respeito ao muro, simplesmente não é aceitável”, disse ele.
Garantir que a garantia limitada seja segura e eficaz foi uma das três condições importantes a serem aprovadas antes da adjudicação do contrato, acrescentou.
Os mesmos pontos-chave exigiam normas de produção para os agricultores da UE e o estabelecimento de “controlos de importação”.
“Até que estejamos confiantes de que estes três pontos foram aceites, a França não aceitará o tratado”, disse ele.
Segundo fontes da UE, as ASSINATURAS GRATUITAS estão prontas.
O Parlamento Europeu votará na terça-feira sobre garantias para a confiança dos agricultores, especialmente em França, que se opõem veementemente ao acordo.
Se aprovado, o Acordo UE-Serosur criaria um mercado total de 722 milhões de pessoas.
Pretende-se que a União Europeia exporte mais para as exportações, automóveis e outros bens, e também facilita a importação de aves, nozes, mel e outros produtos.
Agricultores agricultores e outros países europeus dizem que por causa dos padrões menos menores cria concorrência desleal, que temem que tenham indústrias frágeis fora da Europa frágeis.
BURS/DD/RLP
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