Na terça-feira, 9 de dezembro, a Espanha ativou o estado de emergência na Catalunha devido à Peste Suína Africana (PSA). Foram confirmados 13 casos em javalis no Parque Natural Colesrola (Barcelona). A medida permitirá reforçar a vigilância sanitária e evitar que o vírus escape do chamado marco zero.
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Nos dias seguintes, o Centro de Investigação em Saúde Animal (IRTA-CReSA), um dos laboratórios mais importantes da Europa, Negada qualquer possibilidade de fuga de suas instalações; No entanto, um relatório da União Europeia reavivou o debate. Especialistas dizem que o material genético encontrado nos animais está relacionado ao vírus original que entrou na Geórgia em 2007. A dificuldade com que trabalha atualmente o laboratório catalão.
Hipótese por trás da origem da peste suína africana na Espanha
As origens do surto de peste suína africana (PSA) detectado na cólera continuam a ser objecto de intenso debate científico. O renomado microbiologista Ignacio López-Goní, diretor do Museu de Ciências da UNAV e professor de microbiologia da Universidade de Navarra, compartilhou sete hipóteses que a comunidade científica está atualmente tratando em um estudo compilado pela Media l’Espanol. Estes são:
- Migração de javalis infectados
- Importação ilegal para caça
- Transmitido por carrapatos do gênero Ornithodoros
- Contágio por Resíduos Contaminados (“Teoria do Sanduíche”)
- Transmissão acidental de vírus
- Vazamento de laboratório
- golpe de estado
Preocupações com o setor suíno e queda dos preços
Embora o vírus não tenha atingido nenhuma exploração agrícola, o impacto económico já se faz sentir. Os sindicatos Unió de Pagesos e Asaja Cataluña estimam que a queda dos preços da carne suína pode custar até 24 milhões de euros por semana. O governo aprovou um primeiro pacote de 10 milhões de euros, mas os produtores alertam que “serão necessários mais recursos”.








