Alegações de US$ 3 milhões em subornos e solicitações indecentes
O processo caracteriza as ações de Polgin como uma “proposta injusta” destinada a induzir Paige Steckling, mãe de dois filhos, a deixar o marido. De acordo com os documentos, Polg ofereceu a ela uma casa de US$ 1,5 milhão em Park City, Utah, e prometeu atender às suas necessidades caso ela se separasse de Michael. A denúncia alega que Polg vendeu US$ 600 mil em ações reais de corretagem para financiar o acordo e reservou estadias secretas em hotéis em Miami para facilitar a busca.
Resposta de Tamir Polgin e reivindicações de apoio financeiro
Tamir Poleg negou as acusações de namoro ou interferência intencional no casamento, afirmando “sem ofertas” e “sem romance”. Embora admita ter enviado um e-mail descrevendo um plano de pagamento de US$ 1,5 milhão em duas parcelas, ele afirma que foi apenas o apoio financeiro solicitado por Paige Steckling. Paul afirmou que Paige muitas vezes ficava insatisfeita com seu casamento e que acreditava que faltava afeto verdadeiro ao casal.
Paige Steckling buscou uma declaração e indenização por danos legais
Paige Steckling, que pediu o divórcio em fevereiro de 2025, distanciou-se das reivindicações do marido, afirmando que o seu casamento terminou por motivos pessoais e que o caso não refletia a realidade. Entretanto, Michael Steckling pede 5 milhões de dólares por danos, alegando que a sua família foi sistematicamente alvo e destruída pela influência constante e rica de Polgin.
O casamento Steckling antes do escândalo
Michael e Paige Steckling tiveram um casamento estável de doze anos e estavam criando dois filhos juntos antes do surgimento de disputas legais. De acordo com a ação, o casal viveu uma vida feliz até o final de 2024, sem falar em divórcio. Michael afirma que a união deles estava completamente intacta e “real” até o início da pressão financeira do CEO.







