Depois da tempestade que ocorreu Málaga-Córdoba e aquele resultado fatídico com uma concessão que voltou a custar pontos à equipa azul e branca, O Málaga tenta recuperar alguma normalidade. A ressaca em torno de sua figura Sérgio Pellicer Foi intenso, principalmente depois das intervenções na sala de imprensa, onde mostrou um tom firme garantindo que se sentia forte o suficiente para seguir em frente com a situação da equipa. Naquele momento delicado, com apenas um ponto acima do rebaixamento e um burburinho constante em torno de sua credibilidade, o dirigente tentava parecer inteiro, embora algumas de suas frases fossem um tanto contraditórias. Desde o tom monótono da entrevista à LaLiga, onde também insinuou mudanças, e com um certo ar de despedida até (performativa) até “antes de me demitir, metade de Espanha tem de demitir-se”. A expressão do seu corpo, porém, nem sempre acompanhava a mensagem de força que ele queria projetar.
Pellicer, que deixou claro no Verão que o Málaga tinha de aspirar a mais do que a permanência, vê como essas ambições ainda não se reflectiram nos resultados. O clube, ciente da situação, também tenta transmitir normalidade. Esta semana é atípica, com o Málaga a visitar o Cultural Leonesa na próxima segunda-feira, pelas 20h30, num jogo de grande importância que poderá definir o rumo para decisões futuras. Entretanto, o dia a dia assume uma certa rotina e calma, apesar do barulho exterior.

A crise (ou recessão profunda) de Málaga é multifatorial. As lesões voltaram a atingir a equipe – como aconteceu esta semana com Juanpe e anteriormente com Chupeta— e a impossibilidade de fechar jogos ainda prejudica os resultados. Até o momento, o Málaga perdeu seis pontos nos acréscimos e, com esses pontos, estaria na zona de play off (o Cádiz está em sexto com 21, contra os 15 do Málaga agora). Esta situação difícil tira combustível e alegria de Pellicer, que sempre defendeu a importância dos pequenos detalhes, processos e experiência, frases reconhecíveis do dirigente em suas atuações recentes, embora o time continue cometendo erros crassos.
No futebol, o elo mais fraco costuma ser o técnico, e Pellicer não é exceção. Ele tem consciência de que tem havido um desgaste geral nas últimas semanas, com a sensação de estar preso num ciclo constante, como se málaga Ele brincava olhando para o penhasco. A relação com o clube também não é totalmente fluida, trazendo consigo algumas tensões de temporadas anteriores. Ao mesmo tempo, ele precisa do apoio dos jogadores, alguns dos quais foram fundamentais nos últimos meses, mas estão longe de ser os melhores. O clube olha mais a fundo, reconhecendo o burburinho constante em torno do time. E sem esquecer a particularidade que o Málaga tem como clube, com aquela administração judicial que funciona como um jugo constante. grandeA complexidade de prescindir de Pellicer reside também no facto de significar quebrar a filosofia de Loren Juarros, que se centra na valorização dos jovens jogadores e na criação de um sentimento de pertença. Nesse sentido, tudo o que foi construído ao longo dos anos em torno dessa identidade e ligação ao clube tem a marca de Pellicer e ninguém lhe pode tirar isso.

MARIANO POZO
Notícias relacionadas


E é assim que Nules encara a semana, o que já disse esta terça-feira Javi Monterotreinando com a equipe depois daquele susto contra o Córdoba. Espera-se que nos próximos dias isso também seja integrado Darko Brasanac em treinamento, após trabalho específico na galeria interna de La Rosaleda com feridos de longa duração (Ramón, Moussa, Luismi e Pastor), avançar Juanpe e chupetaque levará algumas semanas para retornar.
Suas opiniões são importantes! Comente artigos e assine nossos artigos gratuitamente circular e nos avisos informativos em Aplicativo ou o canal WhatsApp. Quer licenciar conteúdo? clique aqui






