Durante os seus 12 anos voláteis, Maduro – tal como o seu antecessor Hugo Chávez – designou tropas cubanas especiais para o proteger.
O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino Lopez, disse no domingo que a guarda presidencial de Maduro foi exterminada “a sangue frio” pelas forças dos EUA que bombardearam a capital e tomaram sua casa.
Cuba publicou os nomes dos 32 soldados mortos no ataque noturno que levou à captura de Maduro em Caracas, em 3 de janeiro.
Entre eles estavam três altos funcionários do Ministério do Interior cubano.
Os militares venezuelanos publicaram online uma lista de 23 oficiais mortos, incluindo cinco almirantes.
Face à pressão de Washington, os governos de esquerda de Cuba e da Venezuela mantiveram laços estreitos na cooperação militar, na saúde e na educação.





