Uma menina de 15 anos morreu nas instalações de um centro clandestino de reabilitação no bairro de San Juan de Lurigancho. De acordo com as declarações iniciais da Polícia Nacional, A mulher teria sido agredida por outros internos do local.
Através de conferência de imprensa, o Coronel da PNP e Chefe da Divisão de Polícia Leste 1, Marcial Flores, revelou o seguinte: “Três reclusas que têm passado muito tempo no centro de reabilitação usaram força contra a menor e causaram-lhe a morte”, sentenciou.
No entanto, a mãe da vítima, Nadi Human, que ficou indignada com a versão do PNP, destacou isso. Os pacientes do centro eram constantemente atacados e torturados quando se recusavam a ser alimentados ou banhados. Pedidos diretos do Diretor do Site. “Ela deve ter sufocado porque o cuidador bateu nela, é o que dizem as meninas. Minha filha tinha hematomas por todo o corpo; quando o especialista chegou, ele disse”, revelou.
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Adolescente morre, mãe acusa centro de reabilitação de abuso
Um menor internado em um centro de reabilitação por apenas três semanas Em caso de emergência, ela foi transferida para o serviço de saúde mais próximo; Porém, a mulher chegou ao hospital sem vida. Da mesma forma, a família afirmou que não houve comunicação da instituição sobre o estado do adolescente.
Porém, os pais do menor que chegou à Delegacia de Polícia de Santa Elizabeth divulgaram issoA denúncia não pôde ser considerada até que o corpo da filha fosse devolvido do necrotério. Da mesma forma, a investigação da PNP revelou que 16 trabalhadores do centro de reabilitação não possuíam licenças ou autorizações para realizar este tipo de trabalho.
Porém, apesar dos percalços com os funcionários e da trágica morte do adolescente, a loja continua abrindo e realizando seu “trabalho” normalmente. “Ontem fomos informados na delegacia que iam fechar, mas não é o caso; ainda é normal (…) Praticamente minha filha chegou ao posto sem vida. Os peritos disseram que ela estava morta há mais de oito horas”, disse Human.





