Asahi pretende restaurar a logística até fevereiro após o ataque cibernético

<span>HISTÓRIA: O Grupo Asahi do Japão disse quinta-feira que pretende normalizar as operações logísticas até fevereiro.</span><span>Foi forçado a um desligamento massivo após um ataque cibernético em setembro.</span><span>A fabricante de bebidas, conhecida por sua cerveja Super Dry, também disse que o ataque de setembro pode ter exposto dados pessoais de mais de 1,5 milhão de clientes.</span><span>Detalhes de cerca de 275 mil funcionários atuais e antigos e suas famílias também foram comprometidos, disse Asahi.</span><span>O ataque causou perturbações generalizadas em áreas como processamento de pedidos, remessas e call centers.</span><span>A Asahi se tornou a última vítima entre as empresas em todo o mundo alvo de hackers.</span><span>No início deste ano, a montadora Jaguar Land Rover foi forçada a fechar fábricas, enquanto a varejista Marks and Spencer teve que suspender os pedidos online.</span><span>A Asahi adiou a divulgação dos lucros do ano inteiro para mais de 50 dias após o final do ano fiscal encerrado em 31 de dezembro.</span><span>Como resultado desta interrupção, as bebidas Asahi estão menos disponíveis em restaurantes, bares e lojas no Japão.</span><span>No mês passado, o grupo de ransomware de língua russa Killin afirmou ter planejado o ataque.</span><span>Na quinta-feira, a Asahi disse que não pagou nenhum resgate.</span>

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