Quinta-feira, 18 de dezembro de 2025 – 15h46 WIB
Pequim, Viva – A China negou ter fornecido armas para apoiar o Camboja no seu último confronto fronteiriço com a Tailândia.
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O governo chinês insiste que a sua cooperação em defesa com a Tailândia e o Camboja é uma relação bilateral de longa data e não se destina a terceiros.
A declaração foi feita por um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China numa conferência de imprensa de rotina e depois partilhada pela Embaixada da China em Banguecoque na quarta-feira, 17 de dezembro de 2025.
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A confirmação surgiu depois de as autoridades tailandesas terem relatado a apreensão de vários equipamentos militares de fabricação chinesa, incluindo mísseis antitanque, nas proximidades da passagem de Chong An Ma, onde ocorreram os confrontos.
Respondendo a perguntas sobre a origem das armas encontradas na região, um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China disse que Pequim mantém há muito tempo uma cooperação de defesa “normal” com os dois países do Sudeste Asiático.
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“Esta colaboração não se destina a terceiros e não está relacionada com o conflito fronteiriço em curso entre a Tailândia e o Camboja”, disse o porta-voz.
Anteriormente, oficiais militares tailandeses relataram a descoberta de vários sistemas de armas fabricados na China após o incidente na passagem de Chong An Ma. A descoberta alimentou especulações e preocupações sobre o apoio militar externo ao conflito fronteiriço.
No entanto, Pequim insiste que a sua posição permanece neutra, dizendo que a presença de equipamento militar fabricado na China na região é o resultado de um acordo bilateral de longo prazo, e não a mais recente forma de envolvimento ou interferência chinesa no conflito Tailândia-Camboja.
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VIVA.co.id
18 de dezembro de 2025


