Park Na Rae é suspeita de praticar medicina ilegal após ser acusada de violência contra ex-empresário

Sábado, 6 de dezembro de 2025 – 15h WIB

VIVA – O nome da popular comediante e celebridade sul-coreana, Park Na Rae, está no centro das atenções depois que o Dispatch publicou um relatório investigativo sobre seu envolvimento em práticas médicas ilegais. A descoberta ocorre dias depois de seu ex-empresário, Park Na Rae, ter enfrentado intimidação, violência e falta de pagamento de salários. A própria Park Na Rae negou e classificou a alegação como unilateral.

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No entanto, a Dispatch divulgou posteriormente provas que alegavam mostrar práticas médicas ilegais, especificamente o uso de drogas e infusões que eram administradas numa unidade habitacional e não num centro médico. Role para baixo para ver o artigo completo.

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Infusão domiciliar e supostas violações da lei

A Dispatch questionou o motivo de Park Na Rae receber soro intravenoso em uma casa normal, como pode ser visto na foto que divulgaram. De acordo com o Artigo 33 da Lei Médica Coreana, os procedimentos médicos pagos não podem ser realizados em locais que não sejam instituições médicas aprovadas. O local de infusão mostrado na imagem é apenas um escritório em Ilsan, não uma unidade de saúde.

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Os medicamentos vistos neste local também não eram guardados em armários especiais, mas em malas comuns, longe dos padrões adequados de armazenamento médico.

Agendas lotadas são uma desculpa, mas levantam questões

Park Na Rae é conhecido por ter uma agenda muito ocupada. Só em outubro, trabalhou 415 horas, uma média de mais de 13 horas por dia, incluindo feriados. No entanto, o Despacho questionou porque é que, com uma agenda tão ocupada, Park Na Rae estava disposta a conduzir 28 quilómetros até Ilsan para receber uma infusão, embora pudesse visitar muitas clínicas oficiais perto de sua casa.

Introdução da ‘Tia’ de Miss Lee e mensagens de diálogo que revelam novas informações

As suspeitas ficam mais fortes quando o Dispatch examina conversas por mensagens entre o empresário de Park Na Rae e uma mulher chamada “Tia”, que não é médica.

Em mensagem datada de 8 de abril de 2025, a “Tia” admitiu ter coletado receitas para um suprimento de medicamentos para dois meses. Ele também preparou pílulas para dormir, que mais tarde se descobriu não serem apenas pílulas para dormir, mas drogas classificadas como agentes psicotrópicos, como antidepressivos.

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A identidade da “tia” foi posteriormente confirmada como Srta. Li, uma mulher que afirmava ser professora do Instituto de Medicina Tradicional da Mongólia, mas não tinha licença médica. O negócio não está listado como serviços de saúde, mas sim como cosméticos, turismo médico e compras online.

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