O amigo que morava com Barrelier disse que o detento trocou uma obturação

Um amigo de Barrelier, que morava em sua casa, revelou nesta quinta-feira um detalhe macabro da investigação do feminicídio de Agostina Vega, uma adolescente de 14 anos que foi encontrada morta no último sábado.

O homem disse que dormia no mesmo quarto que o detido utilizava como sala de reuniões, com amigos do Instituto e membros do bar do Instituto. Em entrevista exclusiva ao LN+, o amigo de Barrelier comentou que estava fora de casa na noite do desaparecimento de Agostina Vega e, quando voltou, Barrelier Eu mudei a roupa de cama.

Disse ainda que Agostina e sua mãe, Melisa Heredia, viram Barrelier em um jogo de futebol no mesmo dia em que ele desapareceu e posteriormente no aniversário de um amigo em comum. “Levantamos de manhã e fomos com o Cláudio jogar futebol na propriedade. Melisa, Agostina e o outro filho estavam lá. Estávamos lá juntos”, disse ela.

Depois foram para a festa de aniversário, onde a conversa entre Agostina e Barrelier foi fundamental para a investigação. “Ouvi dizer que Agostina disse a Cláudio para não esquecer de dar o telefone dela. Cláudio não deu a ela. Melisa estava lá. Ficou como um pedido.”

No evento, confirmou, eles ficaram até às 19h30, retiraram-se para trabalhar num quiosque e Heredia foi para casa com os dois filhos. “Fui com o Cláudio. Ficamos no ramo e há uns 21 anos o Cláudio saiu dizendo que ia na casa de um amigo dar um alô e depois ia para casa. Não vou mais vê-lo depois disso”, explicou ela.

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