No país, o suspeito do assassinato de uma mulher já foi condenado pela morte da filha

Juan Ramirez, suspeito do assassinato de Sylvia Rodriguez, encontrou a mulher nua e coberta com um lençol em sua casa, no bairro privado de Cerro La Capilla, em Las Heras, Mendoza. Ele foi condenado pela morte por espancamento de sua filha de cinco meses.

Ramirez foi condenado a três anos de prisão, que terminou em 2019. Foi considerado culpado de homicídio culposo”, explicaram. O: NAÇÃO: fontes judiciais cientes dos antecedentes.

A criança morreu em novembro de 2015 no Hospital Notti, em Guaymale. De acordo com o jornal Anders, Ramirez bateu na filha e causou hematoma submodular parietal frontal direito e hemorragias subaracnóideas..

A menina ficou internada por duas semanas. Ele morreu em 17 de novembro de 2015. No final das contas, o incidente foi considerado assassinato premeditado no julgamento.

Ramirez está agora na prisão acusado de assassinar sua madrasta, Rodriguez, de 74 anos. Ele e seu parceiro foram acusados ​​de assassinato casos criminais isto é, matar para alcançar a impunidade.

O crime veio à tona ontem depois que a namorada da vítima ligou para o 911 para dizer que era estranho ela não ver Rodriguez há um mês.

O queixoso achou ainda mais estranho que, quando foi a casa do seu amigo, um jovem o visitou e lhe disse que Sylvia não estava lá. Uma testemunha viu o carro de Rodriguez estacionado na garagem.

Policiais de Mendoza descobriram Rodriguez morto pouco tempo depois. O corpo foi encontrado no quarto da mulher, nu e coberto com um lençol. Embora o resultado da autópsia ainda seja conhecido, a hipótese dos investigadores é que a mulher tenha sido estrangulada.

“A causa da morte ainda não foi determinada, por isso temos que aguardar os resultados das análises anatomopatológicas realizadas no corpo da vítima”, explicou a Procuradoria de Mendoza em comunicado à imprensa.

Ontem, quando a polícia chegou a 30 casas do 3º quarteirão do bairro privado, foi visitada por Ramirez, filho da companheira da falecida Silvia Rodriguez, que o confundiu com isso.

“O homem disse que a mulher estava em Malargue desde sexta-feira passada. Mas, por insistência dos policiais uniformizados, Ramirez permitiu a entrada da polícia em casa. Ao entrar, a polícia encontrou uma grande quantidade de álcool e drogas sobre a mesa e a companheira do homem, que parecia estar drogada”, acrescentaram as fontes consultadas. Por fim, foi descartado que a substância encontrada na mesa fosse uma droga. Era bicarbonato de sódio.

Os policiais uniformizados foram até o quarto de Rodriguez, que estava trancado. Ao abrirem a porta, encontraram o corpo nu da mulher coberto com um lençol.

“O homem finalmente disse que Rodriguez morreu na noite de sexta-feira sem dar quaisquer outros detalhes”, disseram fontes envolvidas no caso.

A princípio participou o subprocurador Pablo Buzola, que deu as primeiras instruções. Depois de confirmar que a mulher foi assassinada, a promotora de homicídios Claudia Rios liderou a investigação.

Depois de descobrirem o corpo de Rodriguez, os investigadores do caso contactaram o filho biológico da vítima, que recordou que sexta-feira foi o último dia em que falou com a mãe.

Além disso, outras duas testemunhas afirmaram que a mulher havia ido à sua habitual aula de ioga naquela sexta-feira; O casal a levou até a entrada de um bairro particular, ela conseguiu apurar A NAÇÃO.

O referido comunicado de imprensa também informou que Ramirez era companheiro de uma mulher que foi arrastada pelas enchentes do riacho Los Ciruelos, em Guaymalén, no final de dezembro passado.

“Ramirez testemunhou no caso do desaparecimento da mulher que foi vista pela última vez quando foi arrastada pela enchente do referido riacho. Ambos eram moradores de rua”, afirmaram as fontes do caso.

Ramirez, segundo fontes policiais A NAÇÃOAlém de ter sido condenado por homicídio culposo, ele tem antecedentes por perjúrio, agressão simples e homicídio qualificado. Havia um mandado de prisão contra ele.


Link da fonte