Mulheres que foram confirmadas como desempenhando um papel importante no fortalecimento da resiliência face à crise climática, aqui está a explicação

Sexta-feira, 10 de abril de 2026 – 10h07 WIB

Jacarta – Enfatiza-se que as mulheres desempenham um papel fundamental na proteção das florestas, ao mesmo tempo que fortalecem a resistência à crise climática. Eles são os principais impulsionadores de práticas florestais comunitárias sustentáveis.

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Esta edição se tornou um dos destaques do livro Ecos de parceriapublicado pela KONEKSI (Plataforma de Parceria de Conhecimento Austrália-Indonésia). Este livro resume a jornada de cooperação em pesquisa entre a Indonésia e a Austrália para lidar com desafios climáticos cada vez mais complexos.

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Através de 20 projetos conjuntos de pesquisa, Ecos de parceria mostra que as soluções climáticas dependem da tecnologia, da política e de quem está envolvido no processo. Envolver grupos vulneráveis ​​e sub-representados, incluindo mulheres, é fundamental para criar soluções climáticas mais inclusivas e impactantes.

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Igualdade de gênero, um sonho pelo qual as mulheres ainda lutam

O pesquisador do BRIN, dr. Lilis Mulyani enfatizou que a participação das mulheres na silvicultura social tem um impacto significativo, tanto na sustentabilidade do ecossistema como na existência da comunidade.

Através de sua pesquisa intitulada Avaliando a contribuição dos direitos de manejo florestal social para as responsabilidades resistentes ao clima de mulheres e homens na Indonésiaele descobriu que as mulheres estão frequentemente na vanguarda da proteção das florestas.

“Em muitos lugares há campeãs femininas. Além de ser a linha de frente na proteção florestal a partir da prática exploração madeireira ilegal“, as mulheres também desempenham um papel ativo no cuidado e na manutenção da sustentabilidade das florestas”, disse Lilis no lançamento do livro Ecos de parceria em Jacarta, citado em sua declaração na sexta-feira. 10 de abril de 2026

Normativamente, continuou Lilis, as regulamentações sociais sobre a silvicultura na verdade proporcionavam espaço igual para mulheres e homens. Isto está refletido no Regulamento do Ministro das Florestas para 2021 e 2024. No entanto, na prática, esta igualdade não é plenamente concretizada no terreno.

Acrescentou que a participação das mulheres pode mesmo estender-se aos esforços para proteger a biodiversidade, enquanto os homens tendem a estar mais envolvidos nos aspectos económicos do uso da floresta. Por esta razão, Lilis defende políticas mais afirmativas, incluindo o estabelecimento de uma meta para a participação das mulheres em 20-30 por cento na silvicultura comunitária.

Outras pesquisas destacadas no livro Ecos de parceria sublinhando a importância da cooperação entre as partes interessadas e as comunidades locais na condução da transição para uma economia circular mais resiliente às alterações climáticas.

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