Sexta-feira, 28 de novembro de 2025 – 20h WIB
VIVA – Adrien Rabiot não consegue esconder a sua admiração por Luka Modric. O médio francês admitiu que estava “fascinado” por ver o espírito da lenda croata ainda ardendo aos 40 anos.
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Desde que chegou ao AC Milan, Modric tornou-se imediatamente o pivô do jogo rossonero, e Rabiot o chamou de uma figura que aumentou instantaneamente o valor do time.
A transferência de Modric do Real Madrid para o AC Milan foi um dos maiores dramas da janela de transferências do verão. Porém, o jogador de 40 anos não precisou de nenhum tempo de adaptação. Controlou imediatamente o meio-campo do Milan com seu estilo típico: inteligente, calmo e cheio de trabalho.
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Junto com Massimiliano Allegri, Modric tornou o Milan mais estável e dominante. A sua presença também preencheu a lacuna de liderança sentida após a saída de Sandro Tonali.
Robiot, que chegou logo depois de Modric, assistiu de perto toda a transformação. “Modric é incrível, todos os dias ele continua como uma criança apaixonada por futebol”
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Em entrevista à Gazzetta, Rabiot não hesitou em elogiar o seu superior. “Ele é um homem simples e adora futebol como uma criança. Desde o primeiro dia me senti confortável jogando com ele. Qualidade, visão, trabalho duro, tudo é completo. Mesmo aos 40 anos, ele me surpreende todos os dias com seu entusiasmo”, disse Rabiot.
O meio-campista de 30 anos também espera manter a mesma paixão pelo jogo de Modric quando atingir a mesma idade.
Rabiot marcou na vitória do Milan por 1 a 0 sobre o Inter no Derby della Madonnina, partida que disputou integralmente após se recuperar de uma lesão.
“Este é um jogo especial para o Milan e o Tifosi. É muito bom vencer o meu primeiro derby em San Siro. Estes três pontos aumentam a nossa confiança”, disse ele.
Apesar de ter lutado contra uma lesão nos gémeos, os números de Rabiot no Milan são impressionantes: cinco vitórias, um empate e apenas um golo em seis jogos.
Ele disse que seu papel não é apenas gols ou assistências. “Quero fazer gols, mas minha principal função é correr, lutar, aconselhar e trazer experiência. Se eu não marcar gols e continuarmos vencendo, não tem problema”, frisou.
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Rabiot também sente que a sua presença proporciona uma sensação de segurança. “Falo muito em campo, principalmente em situações difíceis. Talvez isso dê confiança aos meus companheiros”, disse ele.






