Confusa com o caso da jovem que bateu com o carro em sua casa e matou uma moradora de 68 anos no Brasil.

A cidade brasileira de Porto Velho, capital do estado de Rondônia, está em estado de choque após o caso de uma menina de 29 anos que, após discutir com uma vizinha de 68 anos, bateu com o carro em sua casa e a matou. A mulher está sob custódia desde então As imagens de seu cativeiro, onde ele bate a cabeça no quartel, são arrepiantes.

O incidente aconteceu na última quarta-feira, quando o agressor foi identificado por um estudante de medicina Vitória Caroline Marangoni Schniderele discutiu na rua Odair Brustolina vítima, de 68 anos, e outros vizinhos que tentaram agredi-los fisicamente.

Uma mulher bateu na casa de um vizinho no Brasil

Após a briga, a mulher dirigiu seu carro até a casa de Brustolin, onde foi levada ao hospital e morreu devido aos ferimentos.

Câmeras de segurança da região registraram o ataque. Essas imagens mostraram que, primeiro, o agressor jogou garrafas na casa do homem, antes de entrar no carro.

Em seguida, em seu veículo, ele tentou entrar na casa da vítima, mas ela não entrou, então voltou e atacou novamente, desta vez na entrada da casa. Brustolin foi levado ao hospital, mas não se recuperou dos ferimentos.

Durante a discussão anterior, a mulher obrigou Brustolin a se ajoelhar e exigir desculpas, segundo o processo.

Prender prisão

Após o ataque, a mulher fugiu para a casa de uma amiga, onde foi encontrada pela polícia após uma operação de busca.

De acordo com a mídia local G1o proprietário afirmou que o agressor lhe contou que seu carro havia sido danificado por uma “briga” no bairro.

Victoria Marangoni, ré

A polícia encontrou a mulher sentada na varanda de casa e em estado de “agressão”, segundo relatos.

advogado Willibrand Albuquerqueo representante da família da vítima disse que a jovem não conhecia Odair. “Foi completamente inútil. Eles não se conheciam, não houve conversa anterior. Não fazia sentido”, disse ele.

A mulher permanece em prisão preventiva acusada do crime de homicídio.

Conforme explicou a defesa do arguido, durante o julgamento do controlo de detenção, o juiz ordenou a realização de um exame para avaliar o estado psicológico do agressor.




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