BRASÍLIA.- Mais de um dia após a trágica colisão de dois helicópteros no Rio de Janeiro, seis pessoas morreram, incluindo dois argentinos, a investigação do acidente acrescentou um elemento poderoso. A informação foi confirmada pela Agência Brasileira de Aviação Civil (ANAC). um dos aviões envolvidos tinha histórico de suspeita por atuação ilegal e o controle foi realizado pela unidade de fiscalização do órgão regulador.
é sobre registro de helicóptero PP-MAC, onde uma delegação de artistas viajava para a exclusiva cidade turística de Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio.
O acidente aconteceu na manhã de domingo, quando os dois helicópteros colidiram no ar e caíram na praia de uma concessionária de carros elétricos. Todas as pessoas no avião morreram instantaneamente. Entre os mortos O cantor e produtor americano Oliver Tree, o YouTuber argentino Gaspar “Gaspi” Prim e o produtor audiovisual argentino Lucas Vignale.
A dinâmica do impacto foi terrível: enquanto o Bell 206B que transportava o artista explodiu e provocou um incêndio que afetou dezenas de veículos no local, o outro avião envolvido – matrícula PR-DJJ – caiu a cem metros de distância sem pegar fogo e ficou de cabeça para baixo na grama.
Uma última reclamação
Conforme determinação da ANAC A NAÇÃOO helicóptero PP-MAC já foi objeto de processo de pesquisa em 2025. denúncia por transporte aéreo clandestino. Naquela ocasião, as autoridades multaram o operador do avião em consequência recusa em fornecer informações aos inspetoresa manobra que levou à entrada imediata na lista do dispositivo monitoramento especial da unidade de controle da agência No entanto, as autoridades esclareceram que as investigações realizadas após esta denúncia não revelaram elementos ilegais específicos em flagrante delito.
A monitorização administrativa deste helicóptero aumentou nos últimos meses de 2025 e nas primeiras semanas de 2026. Embora a ANAC tenha esclarecido que é prematuro estabelecer uma relação causal entre o tipo de voo e as variáveis mecânicas ou humanas que provocaram o trágico acidente de domingo, estas são as linhas de investigação. Polícia Civil concentrar-se em determinar se o helicóptero estava entregando um serviço de negociação oculto.
O relatório oficial afirma que ambos os helicópteros tinham permissão exclusiva para operar como aviação privada. Esta categoria técnica exige que as transferências sejam feitas em benefício do operador ou de seus convidados, sendo vedado qualquer pagamento ou compensação financeira a terceiros.
Em paralelo, Força Aérea Brasileira (FAB) conforme noticiado, esta segunda-feira continuaram os trabalhos de “Acção Inicial” no local do acidente, recolhendo dados concretos, verificando os danos causados pelo impacto e recolhendo qualquer elemento importante que sirva para identificar os factores que provocaram o acidente.
A nota mais complexa do dia centrou-se no nível do tribunal. Conforme informou a Polícia Civil, até o momento peritos do instituto forense Afrânio Peixoto, no Rio de Janeiro, conseguiram identificar formalmente os corpos de cinco das seis vítimas: brasileiros. Lucas Brito (Lucas Frota), Charles Marsillac (piloto PR-DJJ) e Alexandre Souza (piloto PP-MAC), e os cidadãos argentinos Gaspar Prim e Lucas Vignale.
No entanto, os restos mortais do músico americano Oliver Tree ainda não puderam ser identificados convencionalmente devido ao grave impacto e aos danos causados pelo fogo. Perante esta situação, os especialistas confirmaram que já recolheram material biológico para iniciar um estudo de confronto genético que permitirá a validação científica da identidade da última vítima estrangeira.
Entrega de corpos
Os procedimentos e o planejamento logístico para a entrega dos falecidos começaram a ganhar corpo nas últimas horas com rígido protocolo legal e sigilo. De acordo com o jornal o globoO corpo de Vignale, de 28 anos, foi exumado oficialmente do IML na tarde desta segunda-feira, após a chegada do pai, Oscar Vignale, e do irmão.
O plano inicial dos familiares é transportar os restos mortais do diretor argentino por via terrestre até a cidade de São Paulo, de onde eventualmente partiriam de avião para Buenos Aires, percurso semelhante ao planejado para o corpo do YouTuber Gaspar Prim.
Fontes do Itamaraty disseram a este meio de comunicação que o Consulado da Argentina no Rio de Janeiro continua em contato com os familiares das vítimas, aos quais foi oferecida lista do necrotério e assistência nos procedimentos de registro dos óbitos. Já a execução do processo de repatriação dos corpos e as despesas da realocação são de responsabilidade exclusiva de cada família.





