A França e a Alemanha estão a discutir propostas para reformar o serviço diplomático da UE, com 15 anos de existência, para melhorar a sua resposta às crises geopolíticas, informou o Financial Times na quinta-feira. Paris, Berlim e outras capitais. Inclui retirar os poderes da principal diplomata da UE, Kaja Kallas, e do seu Serviço de Acção Externa (SEAE) de mil milhões de euros (1,15 mil milhões de dólares) por ano e devolvê-los à Comissão Europeia e aos Estados-membros, disse o FT, citando altos funcionários.





