Actualmente, em 30% das empresas do sector público central cotadas, a participação do governo já é inferior a 60%, limitando novos investimentos através da via de oferta para venda. “Como apenas cerca de 26% são necessários para um controlo efectivo, o governo pode considerar alterar a definição de ‘empresa governamental’ ao abrigo da Lei das Sociedades para ser limitada a entidades cotadas”, afirmou. Como alternativa, a pesquisa sugeriu que o governo poderia continuar a eliminar gradualmente os OFS abaixo de 51% sem alterar a definição legal de empresa governamental. “Isto permitirá que os CPSE operem após o desinvestimento como entidades geridas profissionalmente com propriedade dispersa, normas de governação claras e quadros de sucessão transparentes”, observou.
O Estudo Económico sugeriu a alteração da definição de “empresa pública” para permitir que a participação em empresas públicas cotadas fosse reduzida para 26% e para permitir que as participações governamentais gerassem mais receitas. Se o governo aprovar a recomendação, abrirá caminho para uma redução nas ações de empresas de primeira linha como ONGC, SBI e Powergrid. De acordo com os regulamentos existentes na Lei das Sociedades, uma empresa governamental deve ter pelo menos 51% das ações detidas pelos governos central e estadual.






