A vitória do Desert Vipers sobre o MI Emirates em Abu Dhabi já parecia dramática na súmula. Uma margem de uma corrida, um colapso tardio e uma final dramática criaram uma noite selvagem. Mas o momento mais estranho veio antes, quando Nicholas Pooran optou por não derrotar Max Holden e a resposta imediata dos Vipers foi expulsar o batedor no round seguinte.
Holden começou no terceiro lugar depois que Andries Gous se aposentou, mas o canhoto nunca realmente conseguiu. Os Vipers foram colocados em 117/1 em 15,5 saldos, com Holden rebatendo 42 de 36. Seu progresso ficou preso na primeira marcha.
Na última bola do dia 16, Rashid Khan encurtou o comprimento e jogou a bola para fora do coto. Holden desceu a pista e tentou lançar a bola para impedimento, mas errou completamente. Pooran recebeu a bola e houve uma clara chance de tropeçar, mas o goleiro das Índias Ocidentais não lançou os fardos, surpreendendo os comentaristas e quem assistia ao drama. O over de Rashid continuou e terminou sem postigo.
No final do jogo, os Vipers acertaram com seu próprio jogo tático. Holden saiu e foi registrado como aposentado, com Sam Curran entrando para proteger. Simron Hetmyer e Dan Lawrence combinaram-se para dar aos Vipers uma explosão tardia, elevando o total da equipe para 159/4 no final de 20 saldos, o suficiente para vencer o Emirates por uma corrida.
Legal, mas embaraçoso: o que dizem as leis
A decisão dos Vipers de deixar Holden está dentro da lei. Casos de demissões de batedores tornaram-se uma prática comum no formato T20. É uma decisão tática para a equipe se ela sentir que o batedor do meio está lutando para seguir em frente.
No entanto, há mérito em verificar as regras sobre Nicholas Pooran. Vale ressaltar que nenhuma lei obriga o criador a terminar o toco. Pooran estava livre para decidir que manter o batedor em dificuldades era melhor para seu time do que dispensá-lo. O incidente está sendo referido na fraternidade do críquete como uma “falha tática”.
Isso não impediu que uma seção da mídia social enlouquecesse. As postagens se tornaram virais, aludindo ao incidente como uma “solução”. Mas não há evidências de qualquer irregularidade. A mudança de Poorana é expressamente permitida por lei, tem uma lógica tática clara e faz parte de uma tendência crescente de equipes aproveitarem todas as vantagens legais que puderem no críquete T20.
No final, esse episódio pareceu menos um escândalo e mais um vislumbre do rumo que o críquete da franquia está tomando – uma partida de xadrez de análise e tática para obter até mesmo a menor vantagem.







