A alteração entrará em vigor a partir de agosto de 2026. Com base no cronograma de produção fixo do grupo para esses ajustes mensais, a distribuição deverá ser a seguinte: Arábia Saudita 62.000 bpd, Rússia 62.000 bpd, Iraque 26.000 bpd, Kuwait 16.000 bpd, Cazaquistão 10.000 bpd, Cazaquistão 10.000 bpd e Omã 5.000 bpd.
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A Opep afirmou em comunicado que o ajuste voluntário de abril de 2023 “pode ser parcial ou totalmente retirado dependendo da evolução das condições do mercado e de forma gradual”. Os sete países reafirmaram a importância de uma abordagem cautelosa e afirmaram que manteriam total flexibilidade para aumentar, suspender ou reverter as reduções voluntárias, incluindo a revogação das revisões de Novembro de 2023.
A organização acrescentou que a última medida permitiria aos países participantes acelerar a compensação pela superprodução passada. Reiterou o seu compromisso colectivo de cumprimento integral da Declaração de Cooperação, cuja implementação será monitorizada pelo Comité Misto de Acompanhamento Ministerial (JMMC). Os sete países também confirmaram a intenção de compensar totalmente o excesso de produção a partir de janeiro de 2024.
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A OPEP+ continuará a realizar reuniões mensais para analisar as condições de mercado, conformidade e compensação. A próxima reunião dos sete países será realizada em 2 de agosto de 2026.





