KANSAS CITY (enviado especial).- O ritual de cada prévia explodiu na primeira sede da Copa do Mundo. Com o sol ainda brilhando, milhares de argentinos se reuniram no centro de Kansas City nesta segunda-feira para antecipar a estreia do time na Copa do Mundo de 2026.
A ligação foi feita às 18h. (20h na Argentina) no charmoso Mill Creek Park, na cidade do centro-oeste americano. A tranquilidade de viver cada dia como se fosse um feriado As camisas azuis e brancas, as bandeiras com a cara de Maradona e o número 10 de Messi dominando cada canto mudaram tudo.
Os habituais cantos, graves e nós acompanharam a primeira bandeira de massa desta Copa do Mundo. O cenário reuniu famílias inteiras, grupos de amigos que chegaram de diversos estados e até turistas que viajaram especialmente da Argentina, num cartão-postal que se repete a cada Copa do Mundo.

Entre as músicas mais tocadas estava o já clássico “Brasil, me diga como é”, que se tornou um dos hinos essenciais da torcida argentina desde a Copa do Mundo de 2014.
A Copa do Mundo mais cara e mais longa da história teve efeito no número de argentinos. Os catarianos ficaram surpresos com a quantidade de torcedores que continuaram a coroar a estrela do Rosário do outro lado do mundo em 2022. Estima-se que, entre as trocas de passageiros, quase sempre estiveram em Doha cerca de 30 mil argentinos durante grande parte do torneio.

Anteriormente, parecia que os Estados Unidos seriam um destino mais acessível. Porém, os altos preços dos ingressos, as transferências domésticas, a hospedagem e as dificuldades na obtenção de vistos para os EUA reduziram as opções de muitos torcedores. Porém, a presença da Argentina voltou a ser sentida desde os primeiros dias de competição.
De acordo com os registros da FIFA, Quase 20 mil argentinos compraram ingressos para as três primeiras partidas do time. Muitos outros esperam até ao último minuto na esperança de conseguir bilhetes a um preço inferior no mercado de revenda ou através de plataformas oficiais.

“Esperamos que pelo menos 30 mil argentinos estejam no estádio para os confrontos entre Argélia, Áustria e Jordânia.” Uma fonte qualificada e familiarizada com os movimentos argentinos nos EUA disse ao LA NACION.
Eles serão mobilizados principalmente de Miami, a maior comunidade que vive lá. A chegada de vários voos da Argentina também está prevista para este fim de semana.






