Javier Milei e suas medidas, diretamente: as consequências da visita de Adorni ao Congresso e da marcha da CGT

“Depois da marcha haverá uma medida de força muito mais forte. Percebe-se um mau humor social”, disse ele. Jorge Solaoutro membro do triunvirato.

Março, da CGT, até a Praça de Maio; Contra a Reforma Trabalhista. “Dia do Trabalhador” é comemorado amanhã, 1º de maioNicolás Suárez

“Obviamente, iremos para uma medida de força muito mais forte. O primeiro passo é mostrar o mau humor social que se verifica por todo o lado na rua, e isso não é só por causa da queda do consumo. É por causa da dívida das famílias, por causa da perda de emprego, por terem conseguido um emprego de qualidade inferior ao que tinham antes”, afirmou a Sola digital em comunicado. Futurrock. O apelo da CGT, porém, estava longe de ser massivo.

Do palco, como último orador do evento, Sola desafiou as estatísticas oficiais da pobreza. “Convido o presidente a visitar a cidade onde está Aita Toto ou a caminhar cinco ruas. Eles ficam separados da conversa. Onde estão os pobres que dizem ter sido retirados da pobreza?”. disse o líder.

E acrescentou: “Não há liberdade possível quando não há comida em casa, não há liberdade quando as crianças não podem ir à escola. É nossa responsabilidade protestar, mas só isso não é suficiente. Apelo a mais um passo: somos capazes de avançar para um novo contrato social e fazer da justiça social a coisa mais importante num programa governamental”.



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