O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Randhir Jaiswal, disse que o governo viu relatos de uma mensagem de e-mail, os chamados arquivos Epstein, que continham “referências ao primeiro-ministro e sua visita a Israel”. “Além do fato de o primeiro-ministro ter visitado Israel em julho de 2017, o resto das insinuações no e-mail são pouco mais do que rumores caluniosos de um criminoso e merecem ser rejeitadas com o maior desprezo”, disse Jaiswal.
A referência consta de um e-mail enviado a um alto funcionário no Catar em 2017 por Epstein, que foi encontrado morto em uma cela de prisão em 2019. O e-mail fazia parte dos 3,5 milhões de páginas e 2.000 vídeos de arquivos investigativos relacionados a Epstein divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA na sexta-feira em resposta a uma lei aprovada pelo Congresso dos EUA.





