A Índia está enviando uma mensagem clara sobre a segmentação seletiva na Ucrânia e as tarifas

O Ministro dos Negócios Estrangeiros, S Jaishankar, aproveitou as conversações de segunda-feira com o vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros da Polónia, Radoslaw Sikorski, para enviar uma mensagem clara de que atacar Nova Deli – seja através da Ucrânia ou através de tarifas – é estrangeiro e injusto.

Jaishankar disse que a Índia declarou repetida e honestamente a sua posição sobre o conflito Rússia-Ucrânia, inclusive em Nova Iorque e Paris, mas enfrentou críticas desproporcionais. “Hoje volto a sublinhar que o alvo escolhido da Índia é injusto e injusto”.

Enfatizando que o terrorismo transfronteiriço continua a ser um desafio constante na vizinhança da Índia, Jaishankar pediu à Polónia que fosse tolerante com o terrorismo.

Isto ocorreu no contexto de relações crescentes entre a Polónia e o Paquistão. Ao contrário de muitos outros países europeus, a Polónia tem estado mais ansiosa por expandir os laços políticos e económicos com Islamabad nos últimos meses, apesar de o mercado paquistanês ter uma capacidade limitada para acomodar o comércio e o investimento.

Sikorsky visitou o Paquistão no ano passado e concentrou-se na expansão da cooperação em comércio, investimento, energia, defesa, educação e combate ao terrorismo.


Durante essa visita em Outubro passado, o Paquistão e a Polónia comprometeram-se a transformar a sua relação no que chamaram de “parceria abrangente e mutuamente benéfica”.

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