Falando numa entrevista televisiva, cujos clipes se tornaram virais nas redes sociais, Asif disse que Washington deveria prender Netanyahu “como fez com o presidente venezuelano, Nicolás Maduro”. Ele sugeriu que a Turquia também poderia capturar o líder israelense, acrescentando que “os paquistaneses estão rezando por isso”.
Aumentando a sua retórica, Assif chamou Netanyahu de “o pior criminoso da humanidade” e afirmou que “nenhuma atrocidade na história se compara à cometida contra os palestinos em Gaza”.
“Nenhuma sociedade fez o que Israel fez à Palestina nos últimos 4.000-5.000 anos, e ele (Netanyahu) é o maior criminoso da humanidade, o maior criminoso que o mundo já viu”, disse ele.
Durante a entrevista, Asif também ampliou as suas observações para incluir aqueles que acusou de permitir tais atividades, começando com a frase: “O que diz a lei sobre aqueles que apoiam tais criminosos…” Nesse momento, o apresentador do programa Hamid Mir interrompeu e pediu uma pausa.
Mir alertou que os comentários de Asif poderiam ser interpretados como uma referência velada ao presidente dos EUA Donald Trump Após o intervalo, o ministro da Defesa indicou que não iria continuar com o programa.
O Paquistão não reconhece Israel e há muito que declara forte apoio à causa palestiniana. Islamabad também mantém laços estreitos com o Irão, um crítico regional das políticas israelitas.
Durante a discussão, também foi mencionada uma ação legal contra o líder israelita, com Asif apontando para os mandados de prisão do Tribunal Penal Internacional contra Netanyahu em conexão com crimes de guerra em Gaza.







