Terça-feira, 16 de dezembro de 2025 – 04:00 WIB
VIVA – A prática de enviar Al-Fatiha a pais ou familiares falecidos está profundamente enraizada na sociedade muçulmana. No entanto, segundo o Dr. Ayd bin Abdullah Al-Qarni, um clérigo da Arábia Saudita, existe outro costume que é ainda mais benéfico para aqueles que morreram.
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Em sua explicação, ele explicou detalhadamente como a Shariah islâmica vê a recompensa que pode chegar ao falecido. Esta interpretação é baseada no Alcorão, na Sunnah e nas opiniões dos estudiosos.
Segundo ele, quem já faleceu ainda pode se beneficiar da caridade dos vivos. Contudo, esta forma de caridade é claramente explicada nos ensinamentos islâmicos.
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“Aqueles que morrem recebem vários benefícios daqueles que ainda estão vivos”, disse ele na segunda-feira, 15 de dezembro de 2025, citado pelo canal YouTube Mufid.
‘Aid bin Abdullah al-Qarni enfatizou que a oração é a melhor prática cuja recompensa chega ao falecido.
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“Portanto, os textos legais do Alcorão e a Sunnah de oração são os maiores benefícios que os mortos podem receber”, explicou novamente.
Além da oração, ele enfatizou a importância da caridade sustentável ou da caridade, como construir uma mesquita, cavar um poço ou doar o Alcorão.
O termo “distribuído” refere-se a atividades de caridade em andamento, especialmente doações.
Ele dá um exemplo concreto de como a caridade pode ser feita em nome do falecido.
“Por exemplo, ele pode imprimir uma cópia do Alcorão ou comprá-la. Ele pega uma cópia do Alcorão e a guarda em uma mesquita ou escola.”
Em relação ao jejum, o Dr. Aid explica que o jejum só pode ser feito para compensar obrigações que não foram cumpridas pelo falecido, como jejuar durante o Ramadã ou fazer votos.
“Ele morreu sem jejuar; aqueles que estão vivos devem jejuar pelos que morreram, como é seu dever.”
Então, que tal recitar o Alcorão com Al-Fatihah? De acordo com o Dr. Aid, os estudiosos divergem.
Existem duas opiniões entre os estudiosos sobre se a recompensa para o falecido é específica ou não.
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A primeira opinião diz que a recompensa pela recitação do Alcorão pode chegar aos mortos, enquanto a segunda opinião diz o contrário.




