À medida que as ações de energia verde começam a subir, os investigadores franceses fizeram um avanço importante na “energia azul”, de acordo com a Polytechnic Insights do Institut Polytechnique de Paris.
É claro que a energia azul não é tão conhecida ou desenvolvida como outras formas de energia limpa, como a solar e a eólica. Mas os resultados de um projeto piloto em França “poderão ser decisivos para a transição energética”, previu o veículo.
A “energia azul” é na verdade uma forma de energia verde. Como o seu nome sugere, esta equação deriva a sua energia da água. Também chamado de “poder osmótico”, o processo utiliza energia gerada naturalmente na interface entre a água doce e a água salgada.
A Sociedade Eletroquímica explicou que a “pressão” inerente entre a água de alta salinidade e a água doce “pode ser transformada em eletricidade”.
“O planeta produz naturalmente água salgada e água doce, por isso devemos tirar vantagem disso. É energia gratuita”, explicou o vice-presidente da ECS, Andrew Herring.
Tanto os estuários quanto os deltas são estuários onde corpos de água doce, como rios, se encontram com água salgada.
Bruno Motet e Liderik Bocket trabalham há uma década num projeto piloto de energia. O seu trabalho tem lugar no Delta do Ródano, onde o Ródano deságua no Mediterrâneo.
“Independentemente das condições meteorológicas, a eletricidade pode ser gerada a partir de energia osmótica 24 horas por dia”, observou a Polytechnic Insights, acrescentando que a infraestrutura da central osmótica era simples em comparação com estruturas semelhantes, como barragens hidráulicas.
A start-up de Mottet e Bocquet, Sweetch Energy, encomendou uma usina osmótica capaz de gerar 4 terawatts-hora (ou 1 bilhão de quilowatts-hora) de eletricidade por ano até o final de 2023, de acordo com a Polytechnic Insights.
Em março, Earth.org cobriu os esforços da Switch Energy para tornar a energia osmótica mais acessível no cenário renovável. O site afirma que os avanços da dupla podem tornar a energia azul uma “solução verdadeiramente eficiente em termos energéticos e rentável” em grande escala.
Entretanto, a instalação de painéis solares continua a ser a melhor forma de reduzir as contas de serviços públicos para a maioria dos proprietários, à medida que a energia limpa se torna mais acessível e acessível.
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Em última análise, os especialistas prevêem que a energia osmótica poderia fornecer energia suficiente para satisfazer “15% da procura global de electricidade”. Mottet e Bocquet acreditam que isto poderá mudar significativamente o panorama energético até 2030.
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