Os funcionários da agência, que investiga principalmente crimes de colarinho branco, foram instruídos a emitir apenas intimações e notificações geradas digitalmente, exceto em casos raros, afirmou o ministério num comunicado.
Essas intimações e notificações geradas digitalmente agora carregam um código QR e um Número de Identificação de Documento (DIN) exclusivo, permitindo que indivíduos e empresas verifiquem instantaneamente a autenticidade de qualquer comunicação recebida da agência investigadora.
“Esses mecanismos de verificação são criados para fornecer garantia imediata de que qualquer comunicação recebida pelos cidadãos é genuína e para evitar falsificação de identidade ou uso indevido”, disse o ministério.
Além disso, o SFIO criou um mecanismo transparente de revisão multicamadas para supervisionar a emissão de intimações e notificações.
A agência investiga fraudes corporativas complexas confiadas pelo governo nos termos da Seção 212 da Lei das Sociedades de 2013. Esta seção autoriza o governo a ordenar uma investigação SFIO sobre os relatórios do Registrador de Empresas ou no interesse público. A agência concluiu investigações em 73 casos nos cinco anos até o EF23.





