A Irlanda do Norte nos custou uma Copa do Mundo: brigas e invasão de campo

A Itália enfrenta a Irlanda do Norte em casa no dia 26 de março (aqui está a análise dos nossos adversários): uma luta de vida ou morte para chegar à final do Playoff.

Esta é uma situação que já vimos antes, uma já visto que terminou mal para a Itália: uma Derrota por 2 a 1 para a Irlanda do Norte que nos custou a Copa do Mundo de 1958também devido a uma briga em massa e a acontecimentos inimagináveis ​​no futebol de hoje.

Cinco fazem as escolhas, mas quem está treinando?

A Itália na década de 1950 alcança bons resultados internacionalmente, mas a Azzurri luta: se pelo menos Copa do Mundo de 1954 vamos para a 1ª faseas equipes italianas (Fiorentina e Milan) chegam à final da Copa dos Campeões em 1957 e 1958, derrotadas apenas pelo Real Madrid.

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Para o Copa do Mundo de 1958, a seleção nacional é composta por 5 homens entre treinadores da Liga, presidentes da Série A e ex-jogadores (Angelo Schiavio, ícone do Bolonha) para fazer as seleções: o treinamento da equipe é Alfredo Foniduas vezes campeão italiano com o Inter. Muitas cabeças pensam, muitas, dirão alguns mais tarde.

No grupo de qualificação enfrentamos Portugal (ainda longe de ser o grande grupo dos anos 60) e Irlanda do Norteo que acaba sendo a surpresa da rodada.

A Irlanda do Norte perdeu connosco no Olímpico, mas depois venceu Portugal por 3-0, enquanto perdemos por 3-0 para os Lusitanos em Lisboa. Um desastre que podemos corrigir derrotando novamente a Irlanda do Norte.

Não gostamos do árbitro: jogo cancelado!

É hora de ir para Belfast: 4 de dezembro de 1957. A neblina sobre o Reino Unido é muito espessa e O árbitro húngaro Zolt está preso em Londres. Como trabalho básico, ele nem é árbitro: é gerente da Ópera de Budapeste, mas a carreira internacional não é ilimitada para ele.

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No dia seguinte o tempo também não muda A Irlanda do Norte sugere uma mudança de árbitro: Mitchell é sugerido, mas ele é da Irlanda do Norte. O conflito de interesses não corresponde ao Os Azzurri, que se recusam a jogar.

Por este motivo a partida foi rebaixada: do formal ao amigávelpara satisfazer os espectadores que já haviam comprado ingressos. Pagar por um jogo crucial e depois assistir a um amistoso? O público – obviamente – recebe muito mal a Seleção.

A partida é briga + invasão em massa

As duas equipes “lutam” do início ao fim e os relatos da época vão um contra o outro: Ferrario (zagueiro da Juventus) e Chiapella (lenda da Fiorentina) certamente dão um chute em todo mundo, assim como os irlandeses do norte.

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Cada falta do time da casa é aplaudida pela torcida, no final há uma invasão de campo e a torcida corre para pegar os italianos, tanto que o comentarista de rádio Nicolò Carosio comenta ao vivo: “Eles atingiram nossos jogadores.” A partida termina 2 a 2, mas o resultado não importa.

A polícia ataca a multidão com cassetetes para acalmar a tensão. Acontece uma partida sem valor oficial “A Batalha de Belfast”: apenas o prelúdio para uma derrota real.

A Itália volta a jogar a 15 de Janeiro de 1958, em Belfast: desta vez o árbitro original está presente e os Azzurri perdem por 2-1. Nenhuma controvérsia, mas puro valor da Irlanda do Norte.

Quem foi o culpado?

A culpa é do técnico: Alfredo Foni, famoso por vencer com Catenaccio na Série A, mas que na Seleção contou com um ultrapassado 3-2-2-3 (WM) jogado pelo sul-americano oriundi em um dia frio de janeiro na Irlanda do Norte.

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Muitas origens(muito alto aliás: Ghiggia, Schiaffino, Da Costa e Montuori) muito poucos campeões italianos (Boniperti e Pascutti ainda estavam em suas carreiras) caos de escolhasinterferência da imprensa ou sentimento de vingança dos anfitriões? A verdade está no meio.

Então (e não só) as responsabilidades passaram de um departamento para outro. O resultado? Nada de Copa do Mundo… e naquele momento era apenas a primeira vez.

Este artigo foi traduzido para o inglês pela Inteligência Artificial. Você pode ler a versão original em aqui.

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