5 fatos sobre o caso de Rizki Fadillah, o goleiro de Bandung que foi incriminado pelo TPPO e finalmente confessou ser um fraudador no Camboja

Sexta-feira, 21 de novembro de 2025 – 13h47 WIB

Bandung, Viva – O incidente viral envolvendo um jovem goleiro de Bandung, Rizki Nur Fadillah, chocou o público indonésio. O jovem de 18 anos foi anteriormente dado como desaparecido por suspeita de ser vítima de um crime de tráfico de seres humanos (TPPO) e teria sido trazido para o Camboja como parte da seleção de jogadores do PSMS Medan.

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No entanto, o caso mudou depois que os policiais revelaram informações diversas recentemente. Rizki não foi declarado vítima de TIP, mas sim deixado por sua própria vontade para agir como um operador de fraude online ou golpista.

Abaixo está um resumo completo e a história do goleiro de Bandung, Rizki Noor Fadillah

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1. Oferta de seleção PSMS Medan e bônus para iPhone

Rizki já havia aceitado uma oferta para participar da seleção de goleiros do clube PSMS Medan. Esta informação foi comunicada à família através de comunicação no Facebook. A família ficou desconfiada porque todos os contactos não tinham relação com o PSMS Medan Club oficial.

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A avó de Rizki, Imas Siti Rohanah, disse que a família tentou impedir a partida do neto, mas Rizki ainda insistiu em sair para perseguir o sonho de se tornar jogador de futebol.

No depoimento da família, Rizki recebeu até a promessa de um iPhone bônus caso participasse do processo de trabalho por três dias.

2. A família fica horrorizada ao saber que Rizki estava no Camboja e é suspeito de ser um TIP

Rizki deixou sua casa em Kampung Palasari, Daiuhkolot, Bandung Regency em 26 de outubro de 2025. Um dia depois, a família recebeu a notícia de que ele estava voando para Maidan. No entanto, em 4 de novembro, Rizki informou que estava no Camboja e não em Medan.

O pânico da família aumentou ainda mais quando a conta do Facebook do partido que o realizou também foi desativada repentinamente.

O vídeo dos pedidos de socorro da avó se tornou viral nas redes sociais, atraindo ampla atenção para o caso.

3. Histórias de família: muitas vezes punidas e forçadas a cometer fraudes

Numa mensagem da família, Rizki admitiu que teve uma vida muito difícil no Camboja. Ele teria sido submetido a tratamentos severos, que variavam entre: receber centenas de socos, ser forçado a levantar um galão em 10 andares e ser instruído a enganar cidadãos chineses por meio de computador.

Erros tornam a punição mais difícil. Esta situação fez com que a família sentisse que Rizki era vítima do TP e procurou ajuda do governo.

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4. Rizki aparece e nega coerção: Ele foi para o Camboja por vontade própria.



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