RIO DE JANEIRO. A advogada argentina Agostina Paes, 29, teve seu passaporte confiscado após fazer comentários e gestos racistas em um bar. IpanemaNa região sul do Rio de Janeiro. Segundo a mídia local G1, a jovem você deve usar um botão eletrônico por ordem judicial, a pedido da 11ª Delegacia de Polícia da Rocinha, que investiga o caso.
O incidente aconteceu no dia 14 de janeiro, quando Payes estava em um bar da região. A disputa surgiu de um suposto erro no pagamento de contas. O funcionário Ele foi verificar as câmeras de segurança do estabelecimento e na ocasião observou como A jovem se afasta imitando um macaco e reproduzindo os sons do animal. Ele também pronunciou a palavra “macaco”, usada de forma depreciativa e discriminatória para se referir aos negros.
A vítima disse à polícia que a mulher também apontou o dedo para ele e usou insultos raciais. chamando-o de “negro” de forma depreciativa.
Paez foi levado à delegacia onde seu passaporte foi confiscado e ele foi encaminhado ao sistema penitenciário para receber uma etiqueta eletrônica.. Ele está sendo investigado por insultos raciais, uma acusação equiparada a racismo no Brasil, que acarreta pena de prisão de 2 a 5 anos e sem fiança.
A mídia local de Santiago del Estero informou que a mulher envolvida no episódio Agostina Paes, advogada e influenciadora de Santiago de 29 anos. A jovem também é conhecida por filha do empresário Mariano Paes envolvida nos casos violência de gênerode acordo com o papel digital Informações Estero:.
O empresário de transportes Mariano Paes foi preso no dia 10 de novembro, acusado de agressão física e ameaças à ex-companheira, a advogada Estefania Budan.. Em 15 de dezembro, a juíza de gênero Cecilia Laportilla ordenou sua libertação com condições estritas, incluindo: botão eletrônico, uma proibição absoluta de contacto com o denunciante e um código de conduta cujo cumprimento é constantemente monitorizado. O caso continua sob investigação.
Nesse contexto, Agostina Paes apresentou queixa própria contra Budan, a quem acusou de assédio, difamação e violência digital.pessoalmente e em nome de sua irmã.
“Também fomos vítimas disso e, obviamente, das consequências das ações do meu pai”, disse Paes em entrevista ao jornal. O liberal.
Como disse à imprensa local, as mensagens e publicações que deram origem à sua denúncia incluíam referências diretas à sua família. “A única coisa que pedi a ele foi para não postar coisas com o nome da minha irmã porque ela estuda”, disse ele. Afirmou ainda que Budan “disse que meu pai bateu na minha irmã” e que “falou da minha mãe morta, disse que meu pai bateu nela”.
O advogado esclareceu ainda que não foi testemunha dos episódios denunciados contra o seu pai e sublinhou que a sua intervenção judicial respondeu exclusivamente à sua situação pessoal. “Qual é a minha culpa pelo que meu pai fez? Eu não o protejo e deixo que ele pague o que tem que pagar.”– ele anunciou.
Com informações de jornal Globo (GDA)







