Terça-feira, 27 de janeiro de 2026 – 10h00 WIB
Jacarta – O governo começou a tomar uma posição mais dura contra as empresas que se considera estarem a contribuir para o agravamento do desastre ambiental de Sumatra.
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Um total de 28 empresas perderam oficialmente as suas licenças comerciais e foram confirmadas como incapazes de operar depois que o Presidente Prabowo Subianto anunciou a decisão de revogar as suas licenças. A Força-Tarefa de Controle de Área Florestal (Força-Tarefa PKH) lembrou todas as empresas de interromperem todas as atividades comerciais imediatamente.
Não há tolerância para empresas que continuam a operar apesar de terem suas licenças revogadas. O porta-voz da Força-Tarefa PKH, Barita Simanjuntak, enfatizou que a revogação da licença entra em vigor a partir do momento em que é anunciada ao público e não espera por novos processos administrativos.
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“Se sua licença for revogada, ele não poderá mais realizar atividades conforme a revogação da licença”, disse Barita a repórteres na terça-feira, 27 de janeiro de 2026, citado como tendo dito.
De um total de 28 empresas afetadas pela proibição, 22 são detentoras de Aprovação Empresarial de Utilização Florestal (PBPH) para florestas naturais e florestas plantadas com área total de 1.010.592 hectares.
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Enquanto isso, as outras seis empresas vêm do setor não florestal, como mineração, plantações e licenciamento comercial para uso de produtos florestais madeireiros (PBPHHK).
Barita enfatizou que a revogação da permissão acarreta sérias consequências. As empresas são obrigadas a cessar imediatamente as suas operações e a preparar medidas para cessar as operações de acordo com as práticas comerciais aplicáveis.
“É isso que tem que ser preparado e geralmente se aplica, sim, nas práticas empresariais. Se a licença for revogada, desde que foi anunciada, ele teve que preparar diligências (para parar as operações)”, disse.
Relativamente às empresas que alegam não terem recebido cópia oficial da decisão de retirada da licença, Barita acredita que esta desculpa não pode ser usada como desculpa para continuar a operar. Segundo ele, o anúncio feito pelo governo é uma decisão oficial do Estado.
“Eles ouviram o anúncio, não foi? O anúncio é uma decisão oficial e quem o anunciou foi o secretário de Estado como a pessoa designada pelo Presidente para transmitir ao público que foi retirado. A questão do processo administrativo, da entrega das decisões e da resolução, sim”, disse.
Ele acrescentou que caso uma empresa opte por permanecer inativa e aguardar o documento físico de decisão, a carta de retirada ainda estará disponível em um futuro próximo.
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“Mas, por exemplo, se esperarem passivamente, então esperem que a decisão chegue a 28 empresas no futuro”, disse Barita.



