Poder paralelo, crescimento de funcionários, inocência fiscal

Capacidade paralela

A relação entre FFA e política é histórica, estrutural e funcional. onde ambos beneficiam da utilização do desporto como ferramenta de poder e controlo social. É atraente para a política porque desperta a paixão da multidão, gera grandes negócios e permite a mediação informal entre bares, líderes e líderes. A gestão financia, protege e olha para o outro lado em troca de passagens, viagens, casos e impunidade. Do ponto de vista institucional, o futebol vive numa “zona libertada”. A FFA funciona como uma força paralela fora do controlo real do Estado e protegida pela paixão popular. Até que seja minuciosamente investigada e a política continue a protegê-la, a corrupção continuará a jogar em casa e a ganhar torneios.

Fernando J. Bustillo

www.estudiobustillo.com

Promoção de funcionários

Na próxima terça-feira será anunciado o aumento dos salários dos altos funcionários do Estado-nação. Ninguém contesta isso depois que seus bens foram congelados dois anos depois. Claro que espero que seja semelhante à percentagem atribuída aos funcionários da administração nacional em 2024 e 2025, porque, no final das contas, estes funcionários, cujos salários serão aumentados, são tanto funcionários públicos como qualquer um dos funcionários públicos.

Ricardo Albanês

DIA 14.007.801

Inocência fiscal

O Estado-nação, como cobrador de impostos, tem tratado os argentinos como se fôssemos seus inimigos e, nesse sentido, tem aplicado as regras do procedimento tributário, exigindo o pagamento do valor máximo possível, o que inclui não só o que é legal, mas também o que não é ou não tem base legal. Acreditava-se que para enfrentar com sucesso os contribuintes que declaram e pagam menos do que a sua parte justa, a agência arrecadadora deve ter regras que legitimam a sua arbitrariedade. A chamada “lei da inocência fiscal” reflecte uma mudança de paradigma. Aqueles de nós que habitamos esta terra abençoada são, antes de mais nada, valiosos e indispensáveis ​​como agentes económicos que, ao possuir propriedades, trabalhar, investir, produzir, consumir e poupar, criam a riqueza que torna possível a prosperidade. Só poderemos ser contribuintes se tivermos sucesso como agentes económicos. As primeiras coisas primeiro. Não é difícil de entender.

Horácio Garcia Prieto

DIA 11.317.390

Reforma trabalhista

Quero transmitir o meu sentimento de que esta reforma trabalhista não resolve o problema trabalhista. Aqueles de nós que têm funcionários estão sujeitos a ações trabalhistas injustas. Por exemplo, um restaurante que fecha aos domingos pode ter que pagar restituições e multas por não pagar ao funcionário “trabalhou aos domingos”. Ou que um funcionário que vai trabalhar bêbado não pode ser repreendido ou demitido, mas deve ser pago pelo tratamento de sua doença (alcoolismo). Ou que uma gestante afastada por motivo de gravidez trabalhou em outro lugar (comprovado) e não pode ser demitida ou sancionada. Estas são as coisas que precisam ser mudadas. Ninguém é contra férias pagas ou bônus. Não é discutido. Não pretende limitar os direitos dos trabalhadores, mas sim proteger o empregador contra os abusos dos trabalhadores.

Florença Francino

DIA 26.257.710

Injustiça histórica

É intolerável que, mais de quatro décadas depois dos anos de chumbo, ainda existam argentinos presos por se oporem à subversão que semeou o terror no nosso país nos anos 70. Enquanto são glorificados aqueles que pegaram em armas contra a Nação, são condenados aqueles que cumpriram o seu dever de defendê-la. É uma injustiça histórica que exige reparação. Não podemos falar de memória completa se escondermos o facto de que houve milhares de vítimas da violência da guerrilha: soldados, polícias, empresários, sindicalistas, juízes e cidadãos comuns que foram mortos, raptados ou extorquidos. Hoje, quem se manifesta contra esta máquina de terror é tratado como criminoso, julgado sob leis retroativas, em muitos casos sem provas concretas e com processos acompanhados de irregularidades. A justiça não pode ser seletiva ou parcial. Até hoje conseguiu a falsificação da verdade, o incentivo à distorção da história e a perpetuação do ódio. Aqueles que enfrentaram a sabotagem não foram “repressores” ou “genocídios”, como foram rotulados, mas sim pessoas que agiram no contexto da guerra interna sob as ordens legítimas do Estado. Mantê-los na prisão é um ato de represália política e não de justiça. É hora da sociedade argentina acordar e exigir uma solução política para esta situação. Não haverá paz nem reconciliação enquanto alguns continuarem a ser exaltados e outros condenados. A verdadeira lembrança exige reconhecer os acontecimentos tal como aconteceram, além de libertar e recompensar aqueles que hoje estão presos injustamente por defenderem a pátria.

Jorge Héctor Di Pasquale

DIA 7.603.678

Uma atitude louvável

Na segunda-feira vi a entrevista que Carlos Pagni fez com ele Odisseia Argentina Ex-presidente do Uruguai, Julio Maria Sanguinetti. Que bom ouvir a sabedoria daquele homem que está prestes a completar 90 anos. Admiro nossos vizinhos. Acho que eles têm temperança e tolerância invejáveis. A festa de aniversário de Sanguinetti, organizada pelo Partido Colorado, contou com a presença do presidente Yamandu Orsi, da vice-presidente Carolina Cose e dos ex-presidentes Luis Lacal Pou e Luis Lacal Herrera, bem como de líderes de todo o espectro político. É um sinal de respeito e harmonia além das diferenças ideológicas. Uma atitude civil admirável que não hesitaríamos em imitar deste lado do Rio da Prata.

Irene Bianchi

DIA 6.688.332


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