Sexta-feira, 12 de dezembro de 2025 – 14h51 WIB
Jacarta – Membro da Comissão
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Segundo Ulisman, a biomassa tem a vantagem de ser proveniente de plantas e resíduos agrícolas disponíveis no mercado interno, pelo que o fornecimento é mais estável e os custos são relativamente mais competitivos do que a energia fóssil, que é altamente afetada pelas flutuações de preços globais.
“A biomassa oferece uma opção energética estável em termos de fornecimento e consumo. É muito importante fortalecer a segurança energética nacional”, disse Ulisman em seu comunicado, sexta-feira, 12 de dezembro de 2025.
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Explicou que a utilização de biomassa em sistemas energéticos começou a ser implementada em diversas zonas como Riau através de um esquema de caixotões em centrais eléctricas a vapor. Segundo ele, este movimento mostra que a biomassa pode entrar no sistema energético nacional e começar a dar uma contribuição real para a segurança energética regional.
Ulisman também enfatizou que a direção da política elétrica está contida no Plano de Negócios de Fornecimento de Eletricidade 2025-2034 (RUPTL), que estabelece a maior parte das novas energias renováveis (EBT) para a próxima década.
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O último RUPTL pretende trazer cerca de 76 por cento da capacidade de produção adicional total a partir de energias renováveis, incluindo solar, hídrica, eólica e geotérmica, excluindo bioenergia, até 2034. O restante da nova capacidade de produção provém da produção baseada em combustíveis fósseis para necessidades de pico de carga e de suporte do sistema.
Embora o mix de energias renováveis esteja planeado para ser mais elevado, Ulisman lembrou que a contribuição da bioenergia/biomassa ainda precisa de ser enfatizada de forma mais clara na implementação de políticas, tanto através do aumento da capacidade de produção de biomassa como da expansão de esquemas de cofres para PLTUs com fortes matérias-primas locais.
Por exemplo, a província de Riau tem um enorme potencial para biomassa proveniente de resíduos de palma e coco, que pode ser utilizada não só para energia, mas também como combustível para indústrias a jusante de valor acrescentado.
Segundo ele, esta possibilidade pode reduzir a dependência regional da energia importada e fortalecer a segurança energética local.
Ulisman enfatizou a importância de um apoio político consistente, da segurança regulatória e de incentivos ao investimento para garantir que o desenvolvimento da biomassa seja sustentável e tenha um impacto real na segurança energética nacional e nas economias regionais.
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“A biomassa deve ser implantada como parte de uma segurança energética nacional clara, mensurável e integrada e de uma estratégia a jusante”, disse ele.



