“Durante dois meses, toda semana temos um novo apagão.“Foi dito sobre isso MarcosO responsável pelo prédio da rua Ayacucho 1236, bairro da Recoleta, em Buenos Aires, em frente a um celular. LN+. Mas a reclamação pela falta de energia elétrica não para por aí, e se espalha por todo o quarteirão. A indiferença chegou ao ponto de vários vizinhos se juntarem e Eles apresentaram uma reclamação formal à distribuidora Edesur.
“Estamos sem luz há 72 horas hoje.“Explicou Marcos, mostrando que a população da região aceitou 2026 no escuro. Quanto ao impacto que isso tem no seu trabalho, o gestor disse:Eu não consigo nem limparporque o tanque depende do sistema trifásico e a água não chega ao terraço.”
Sobre a resposta recebida da distribuidora, Markos disse:Vamos enviar-lhe uma tripulação‘. Quando a tripulação chega, eles trocam o fusível, o que leva várias horas. Esse tempo passa, o fusível para de funcionar e os trabalhadores já foram embora.“.
“Você não pode viver assim“, – resume o homem que está encurralado pela decepção.
“As pessoas estão ficando histéricas. Não é divertido subir oito lances de escada.. Muito menos não ter chance de tomar um copo de água doce”, enfatizou Markos.
Victoria, uma vendedora local de sushi, acrescentou: “Não temos eletricidade, por isso não temos internet, e isso nos impede de receber pedidos. Se não fosse pelo fato de termos um gerador, isso seria uma bagunça.“.
Em sua defesa, Marcos aproveitou para destacar a relação assimétrica. “É compreensível que falte energia de vez em quando, mas por que cobram? Eles devem cobrir você minimamente“, foi realizada.
“Porque quando você não consegue pagar por algum motivo, no dia seguinte a empresa interrompe o seu serviço, mas quando corta o seu serviço, nada. eles nunca perdem– fechou o gerente.







