JOANESBURGO (AP) – O líder da oposição sul -africano Julius Malem foi considerado culpado na quarta -feira por violar as leis sobre armas de fogo no incidente de 2018, onde foi filmado e queimou um rifle na Assembléia Política.

O político de bombeiros que lidera os combatentes da liberdade econômica do Partido da Oposição foi acusado de violar a lei sobre o controle de armas de fogo.

Seu então guardião Adriaan Snyman, que supostamente deu um pequeno rifle, também foi acusado, mas foi considerado culpado. Malema disse que provou que o juiz é racista porque Snyman é branco.

O vídeo Malemy disparou uma arma no aniversário de cinco anos de seu partido na província do Cabo, que se tornou viral em 2018. O grupo de lobby do Afrikaner Afiforum trouxe acusações criminais contra ele.

Em sua defesa, Malem afirmou que a arma de tiro no vídeo era um brinquedo, mas isso foi recusado pelo município Twaet Olivier.

Malema disse a seus apoiadores ao Tribunal do Conselho da Cidade no leste de Londres que ele recorreria da sentença ao Tribunal Constitucional.

Malema pode enfrentar até 15 anos de prisão, mas como não há punição mínima, o juiz pode ser mais indulgente.

Sua condenação foi marcada para 23 de janeiro do próximo ano.

Malema fundou os combatentes da liberdade econômica, o quarto maior partido político da África do Sul, que no ano passado venceu 9% da votação das eleições nas eleições gerais.

Na política sul -africana, continua sendo uma figura divisória, especialmente acima de sua política partidária, que inclui a expropriação do solo branco sem compensação e nacionalização de minas e bancos.

Ele apareceu em um vídeo apresentado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, durante uma reunião tensa com o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphos. Trump afirmou falsamente que na África do Sul havia um “genocídio branco” contínuo.

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