Nas condições de escalada da tensão interna Médio Oriente com contradições internas Irã e pressão dos Estados Unidos, Ministério das Relações Exteriores da Argentina emitiu um comunicado instando os argentinos da região a tomarem precauções contra possíveis complicações.
De acordo com a mensagem da organização chefiada pelo Ministro das Relações Exteriores, Comércio Internacional e Religião. Pablo QuirnoAs embaixadas argentinas na região estão em constante contato com as autoridades nacionais, de olho o desenvolvimento de eventos no Irã e países vizinhos.
A esse respeito, lembraram que os governos e autoridades de cada país são “a única fonte oficial de declarações e informações”. Por isso, aconselharam “estar atentos às comunicações das autoridades locais e seguir sempre as suas instruções”.
Da mesma forma, o Departamento de Relações Exteriores aconselhou os residentes argentinos no Oriente Médio a acompanharem possíveis comunicações com as autoridades argentinas em cada país que representa a Argentina se a situação exigir algum tipo de assistência.
Depois disso, foi lembrada a importância da atualização dos documentos de viagem e dos dados pessoais nos arquivos consulares das embaixadas, a fim de agilizar os procedimentos, se necessário. Por fim, repassaram os dados de contato do MFA em caso de alguma emergência.
Nas últimas horas, o governo iraniano decidiu fechar o espaço aéreo de todo o país em meio a tensões com os Estados Unidos, que começaram a retirar algumas das suas unidades militares do Catar.
Durante uma reunião com jornalistas no Salão Oval da Casa Branca, na quarta-feira, Trump tentou baixar os decibéis das divergências com o regime islâmico e garantiu que Washington só irá monitorizar os acontecimentos e manifestações no Irão neste momento, mas sem intervenção. Além disso, garantiu que o governo do Aiatolá indicou que as execuções públicas foram suspensas e que a violenta repressão que matou mais de 2.000 pessoas terminou.
Desde o passado sábado, a ligação à Internet no Irão foi cortada e várias organizações internacionais afirmaram que desta forma o regime islâmico tem conseguido resistir às mobilizações de massas que exigem uma mudança de poder e mais direitos para as mulheres.


