O excepcional valor especializado de Nadeem como empresário de sucesso não é o cerne do caso de corrupção de laptops

Sábado, 10 de janeiro de 2026 – 13h48 WIB

Jacarta – O especialista jurídico da Universidade Al Azhar da Indonésia, Superji Achamad, avaliou que a exceção ou nota de objeção do réu Nadeem Makarim era difícil para o painel de juízes conceder no caso de suposta corrupção na compra de laptops Chromebook pelo Ministério da Educação e Cultura.

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“Com uma exceção como esta, teórica e legalmente, é possível que a exceção de Nadeem não seja facilmente concedida pelo painel de juízes”, disse Superji aos repórteres no sábado, 10 de janeiro de 2026.

Segundo ele, a exceção de Nadeem atinge o cerne do caso. Por exemplo, nesta excepção, Nadeem disse que as acusações contra ele eram “obscuras” e “vagas”.

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“É possível que o juiz veja isso como algo que entrou no processo principal. Se estamos falando de elementos, significa que entrou no processo principal”, disse.

De acordo com Superji, as exceções deveriam falar sobre coisas gerais, como erros de capacidade. Por exemplo, o julgamento tem lugar num tribunal ordinário, mas o julgamento tem lugar num tribunal de corrupção.

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“Sobre competência, competência absoluta ou relativa. Por exemplo, o julgamento em Semarang deveria ser um julgamento em Jacarta”, explicou Superji.

Em seguida, Superji disse sobre o mérito que Nadeem não cometeria corrupção porque era um empresário de sucesso e sua família era anticorrupção, o que não significava que as alegações do promotor não atendessem aos elementos de corrupção. Segundo ele, a explicação de Nadeem não foi incluída no mérito do caso.

“Será apenas uma consideração atenuante do juiz. Se houver elemento de corrupção, ainda se referirá às provas do julgamento. Porque esta interpretação não nega que os elementos de corrupção não sejam cumpridos, como os elementos de não enriquecer a si/outros ilegalmente, não causar danos ao Estado, etc.”, enfatizou.

Embora Nadeem não receba nenhum dinheiro pela compra do laptop Chromebook, Superji insiste que o enriquecimento não é apenas para ele, mas também para outros indivíduos ou empresas por meios ilegais.

Ele lembrou, portanto, ao Ministério Público (JPU) que ele deve ter provas fortes para fundamentar as suas alegações contra Nadeem. Porque, disse ele, o caso Nadeem foi descrito como os casos de Tom Lembong e Ira Puspadevi.

“Os procuradores terão cuidado na prestação de provas, para que tais casos (dissolução e reabilitação de Tom Lembong e Ira Puspadeu) não voltem a acontecer. Este é um desafio para os procuradores no caso Nadeem”, concluiu.

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10 de janeiro de 2026



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