Sexta-feira, 12 de dezembro de 2025 – 17h02 WIB
VIVA – A postagem de Nana Mirdad recentemente ganhou destaque público depois que ele enviou uma crítica contundente ao estado de desastre e desmatamento em Sumatra. Através da sua conta no Instagram, ele escreveu sobre a sua preocupação, que representa a voz de muitas pessoas que sentem que a gestão de desastres não tem sido a ideal.
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Em seu upload, Nana Mirdad perguntou como é possível que a área florestal de Sumatra possa ser drasticamente reduzida em algumas décadas? Role para baixo para ver o artigo completo.
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“Como isso é possível… A área florestal de Sumatra, que costumava ser de 44 a 50 milhões de hectares, caiu agora para 12 hectares devido ao desmatamento (ou seja, apenas 25% de floresta permanece; a taxa de desmatamento atingiu 75%)”, escreveu ele, citando o Instagram @nanamirdad_1225.
Ele também destacou os diversos desastres que ocorrem constantemente devido aos danos ao meio ambiente. Segundo ele, a situação é cada vez mais alarmante porque muitos moradores ainda têm dificuldade em obter ajuda e têm de se defender sozinhos dentro dos limites.
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“Inundações… deslizamentos de terra… o número de mortos chegou a milhares”, disse ele.
Nana acrescentou que muitos moradores não receberam assistência adequada.
“As pessoas gritam, o número de mortos continua a aumentar, muitos ainda estão desaparecidos e ainda há muitos que morrem lentamente de fome porque não conseguiram ajuda”, reiterou.
O que mais o decepcionou foi o processo de distribuição da ajuda, considerado ineficiente. Ele aponta as regras confusas quando os moradores procuram ajuda.
“A ajuda nas áreas locais ainda não está completa, ainda não é a ideal (mesmo as pessoas ainda pedem ajuda ao KTP)”, disse ele.
Não só isso, ele também criticou a atitude de alguns grupos que zombavam de figuras públicas e de pessoas que queriam ajudar as vítimas do desastre.
Nana também abordou a questão da utilização da ajuda ao arroz como imagem política. Ele disse em seus escritos: “A ajuda ao arroz que veio foi politizada como se fosse uma doação pessoal e benevolência do Presidente… Na verdade, era uma obrigação do Estado distribuir APBN (Dinheiro do Povo)”.
A parte que atraiu mais a atenção do público foi quando Nana comparou a situação em Sumatra com a notícia de que o governo indonésio se tinha comprometido a fornecer um grande financiamento para um programa de desflorestação no Brasil.
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“Mas o governo indonésio se comprometeu a doar 16 trilhões ao Brasil para o desmatamento. (?!?) Será que esses 16 trilhões trarão Sumatra?” Naná perguntou.



