Caro RIO: Minha esposa e eu estamos nos aproximando do nosso aniversário de 40 anos. Amigos e familiares já começaram a comemorar o próximo marco.
Embora eu reconheça educadamente a ocasião, escondo minha indiferença. Veja, minha esposa sempre foi uma traidora em série. É um segredo que guardei de todos, especialmente dos nossos filhos.
Porque ela sempre foi uma mãe maravilhosa, eu nunca faria nada para destruir o amor e o respeito deles por ela. Os filhos são uma grande parte da razão pela qual continuei casado. Além de sua dependência, ela era uma boa esposa e companheira, e ainda a amo.
Nossos filhos estão crescidos e sozinhos agora. Temos um lindo neto.
Durante seus casos, lutei contra a depressão mergulhando no trabalho e chorando quando estava sozinho. Nós dois nos aposentamos há alguns anos e foi aí que a realidade dos últimos 40 anos me atingiu. Não tenho mais carga de trabalho para me ajudar.
Nosso casamento não tem sexo desde que ela passou pela menopausa, há 15 anos. Fui fiel a ela todos esses anos, mas ainda adoro intimidade.
Tenho algumas amigas que manifestaram interesse em relacionamentos mais próximos no passado. Seria errado regenerar-se e seguir em frente com um velho amigo? Não tenho intenção de deixar minha esposa, mas realmente preciso de outra coisa.
— PESSOAS DO ANO
Caro ‘Tolo’: Você já conversou com sua esposa (a quem você ama) sobre isso?
Muitas mulheres na pós-menopausa que reduziram a libido ainda gostam de sexo. Isso é algo que ela deveria ter discutido com seu ginecologista há 15 anos, porque não é um problema intransponível.
Se ela recusar, você terá o direito de dizer a ela que deseja fazer a mesma concessão que fez durante 40 anos de ausência, porque ainda precisa e deseja um relacionamento com ela. A resposta dela lhe dirá tudo que você precisa.
Prezado Abade: Eu me permito comer sobremesa às segundas, quartas e sextas-feiras, mas estou comendo sobremesa no que considero dias “sem sobremesa”.
Você pode me ajudar a parar minha luta nos meus dias sem sobremesa?
– CRIANDO EM WASHINGTON
Caro DESEJO: Entendo (mas muito bem!) o sentimento de que uma refeição não fica completa sem algo doce no final do prato principal.
Anos atrás, uma amiga psicóloga me contou que resolveu seu desejo por algo doce carregando um biscoito de gengibre na bolsa quando ia a restaurantes. Quando ela terminou a refeição, ela comeu metade do biscoito. Ela disse que satisfez sua coragem sem arruinar sua dieta.
Experimente. Se não funcionar para você, considere substituir o biscoito por um pedaço de fruta fresca.
Dear Abby foi escrita por Abigail Van Buren, também conhecida como Jeanne Phillips, e foi fundada por sua mãe, Pauline Phillips. Entre em contato com Dear Abby em www.DearAbby.com ou PO Box 69440, Los Angeles, CA 90069.





