Quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026 – 20h18 WIB
VIVA – Israel não contribuirá para a reconstrução da Faixa de Gaza através do conselho de paz do presidente dos EUA, Donald Trump, disse Zeev Elkin, que atua como segundo ministro das finanças, à rádio local no domingo.
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“Não financiaremos o Conselho de Paz; não há razão para isso”, disse Elkin, que faz parte do gabinete de segurança de Jerusalém, ao canal estatal. Pode redefinir a aposta Citado em quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026.
“Fomos atacados”, disse Elkin, referindo-se ao ataque terrorista transfronteiriço de 7 de outubro de 2023 liderado pelo Hamas na Faixa de Gaza. O ministro concluiu: “Não há razão para pagarmos pela reconstrução”.
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De acordo com Notícias de CannesA administração Trump permitiu que o Estado judeu se juntasse ao Conselho de Paz sem contribuir para os esforços de reestruturação ou custos operacionais da organização internacional. Outros membros, incluindo o Catar e os Emirados Árabes Unidos, contribuíram cada um com mais de mil milhões de dólares para o conselho.
O relatório, citando fontes não identificadas do governo israelita, afirmou que a isenção de pagamento ajudou a aliviar a pressão política interna sobre o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, que tem enfrentado críticas por ter concordado em aderir ao Conselho de Paz ao lado de países hostis como o Qatar e a Turquia.
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O embaixador dos EUA, Steve Wittkoff, disse no evento que o plano de paz de Trump deixaria Gaza “pronta para o renascimento”. Notícias da raposa Minha opinião na quinta-feira com Lara Trump.
Witkoff disse à nora de Trump que os 17 mil milhões de dólares angariados pelo Conselho de Paz (incluindo 10 mil milhões de dólares dos Estados Unidos) “serão um impulso para nós”.
“Teremos habitação e transportes públicos, e poderemos limpar e demolir todas as áreas e preparar-nos para a revitalização”, acrescentou.
O presidente Trump disse na reunião de abertura do Conselho de Paz na quinta-feira que acreditava que o Hamas entregaria as armas sob o seu plano, alertando que o grupo terrorista seria “enfrentado com muita severidade” se se recusasse a fazê-lo.
Vários líderes proeminentes do Hamas, incluindo Khaled Mashal e Musa Abu Marzouk, rejeitaram partes importantes do plano de paz nas últimas semanas, incluindo o desarmamento, apesar de o terem concordado em Outubro.
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Os responsáveis do Conselho de Paz sublinharam repetidamente que a reconstrução só começará após a desmilitarização de Gaza, incluindo o desarmamento completo do Hamas, para que a Faixa de Gaza deixe de representar uma ameaça para Israel.




